Durante a semana, foram publicados alguns resultados de pesquisas para a corrida presidencial de 2018. Encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) ao Instituto MDA, a #pesquisa mostra uma possível vitória de #Lula em todos os cenários propostos. Foram colocados como possíveis candidatos o economista Ciro Gomes, o senador Aécio Neves, o governador Geraldo Alckmin, a ex-senadora Marina Silva, além de José Serra e Jair Bolsonaro.

Nos cenários propostos para o 2º turno das eleições, Lula também venceu em disputa direta com os outros candidatos, porém, a pesquisa não propôs uma opção em que o ex-presidente concorreria com o deputado Jair #bolsonaro.

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Daí, Flavio Bolsonaro, que disputou a prefeitura do Rio de janeiro em 2016, propôs uma enquete para seus seguidores em seu perfil pessoal onde cada seguidor deveria escolher em quem votaria para o 2º turno da eleição presidencial de 2018, onde as opções eram Lula x Jair Bolsonaro.

Até o momento da publicação desta matéria, o resultado não era nada favorável ao deputado. Com quase 300 mil votos computados, Lula aparece com 71% das intenções enquanto que Jair Bolsonaro aparece com apenas 29%. Certamente, esse não era o resultado esperado por Flavio, em se tratando de uma pesquisa feita com seus seguidores, mas que, desde o princípio, mostrava a vitória de Lula, ainda que por uma vantagem menor.

Seguidores de Jair Bolsonaro estão certos de que os simpatizantes do ex-presidente se organizaram, criaram contas fakes e conseguiram votos apenas para constranger o vereador do Rio em seu perfil pessoal.

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O fato, é que Jair Bolsonaro tem crescido como opção de voto após a onda de escândalos envolvendo membros do PSDB, que sempre representou a parcela da população que tem um direcionamento mais à direita. Com isso, os eleitores mais conservadores estão migrando para ter Bolsonaro como opção.

Porém, também é fato que a perseguição midiática sofrida por Lula e a forma diferenciada como ele é tratado na imprensa, tem dado muita força ao ex-presidente como candidato em 2018. E, apesar de tantas acusações contra ele, ainda não há provas que possam incriminá-lo perante a Justiça. A população já começou a perceber isso.