O Estado do Rio de Janeiro vem passando por severas dificuldades financeiras. A crise impacta diversos setores, como a educação, por exemplo, com o abandono que a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) vem passando, que ainda não retornou às aulas, o que deveria ter ocorrido em janeiro.

O governo tem atrasado o pagamento dos funcionários públicos estaduais todos os setores (saúde, educação, segurança) e funcionários concursados e terceirizados estão recebendo seus pagamentos parcelados ou até mesmo sem receber nada por seus serviços prestados.

Além dessa situação de caos, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando #Pezão, pode não conseguir completar o seu mandato por completo, isso porque, nesta quarta feira (8), o #tre-rj (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) cassou a chapa de Pezão (PMDB) e seu vice Francisco Dornelles (PP) pela acusação de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014.

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Pezão terá que se afastar do cargo de governador assim que for publicado o processo contra ele. E talvez o pedido de prisão venha logo em seguida, por ele ter se envolvido em esquemas de corrupção, que foram descobertos pela Operação Lava jato.

O governador não está numa situação fácil de se livrar. Assim que Pezão estiver fora do cargo do Rio, ele perderá todos os seus privilégios políticos, o deixando em uma situação delicada, que provavelmente não irá escapar impune.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio afirmou também que devem ser feitas eleições diretas para determinar eleger o novo governador do Estado.

A seguir trecho da nota divulgada pelo TRE-RJ: “O abuso de poder econômico e político ficou configurado, uma vez que o Governo do Estado do Rio de Janeiro concedeu benefícios financeiros a empresas como contrapartida a posteriores doações para a campanha do então candidato Pezão e de seu vice.”

Agora a Justiça Federal deve agir com rapidez para que o governador do Rio revele tudo o que sabe sobre o grande esquema de corrupção que deixou o estado do Rio de Janeiro neste estado de calamidade e movimentou tantas propinas por lá.

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#Política