O mar realmente "não está para peixe" para o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Uma nova denúncia da Polícia Federal e Ministério Público Federal, podem "abalar" ainda mais a situação em que se encontra o ex-governador carioca. Até o momento, Cabral já sofreu quatro denúncias pelo cometimento de vários crimes como: lavagem de dinheiro, #Corrupção e organização criminosa. Ele foi denunciado, a partir dos trabalhos de desempenhados pela Operação Lava-Jato, com sede na Justiça Federal do Paraná e conduzida pelo juiz Sérgio Moro, além de denúncias provenientes de operações que apuram o esquema de propinas e que são "braços" da Lava-Jato, como as operações Calicute e Eficiência, a partir da Justiça Federal do #Rio de Janeiro, sob condução do juiz Marcelo Bretas.

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'Nova denúncia

Uma nova denúncia está para ser apresentada em breve pela Procuradoria da República ao juiz Marcelo Bretas, titular da sétima Vara Criminal da Justiça Federal do Rio de Janeiro, contra Sérgio Cabral (PMDB-RJ). A denúncia envolve a compra altamente suspeita de um anel e par de brincos de ouro branco com safira em uma requintada joalheria. A compra está sendo investigada como totalmente ilícita na joalheria H.Stern. O preço exorbitante está avaliado em algo aproximadamente em torno de 230 mil euros. A mais recente denúncia apresentada, ocorreu nesta terça-feira (14), em que Sérgio Cabral foi acusado pelo envolvimento em crimes de lavagem de dinheiro, em face à propina movimentada pelo ex-governador e seus aliados. A denúncia pede o cumprimento de uma pena de cerca de 184 anos de prisão.

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Já em relação à próxima denúncia que poderá ser apresentada pela Procuradoria da República junto ao juiz federal Marcelo Bretas, apura-se que as jóias adquiridas ilegalmente por Cabral, foram pagas através de uma conta da joalheria H.Stern, na Alemanha. Os pagamentos foram efetuados pelos irmãos Renato e Marcelo Chebar. Eles eram operadores das contas de Cabral no exterior e fizeram um acordo de colaboração premiada juntamente à Justiça. Sabe-se que as jóias foram adquiridas entre os meses de maio e junho de 2015, segundo os investigadores. A força-tarefa da Lava-Jato no Rio de Janeiro, já indica que deve identificar outros envolvidos no mega esquema de corrupção liderado por Sérgio Cabral, que encontra-se detido desde o mês de novembro de 2016. #Governo