Em novembro do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, liberou a candidatura de #Lula para 2018. Para o magistrado, Lula poderá assumir o cargo de presidente da República mesmo respondendo processo em primeira instância. A decisão da corte foi tomada em 4 de novembro de 2016. Na ocasião, Marco Aurélio de Mello foi o relator do processo que o réu poderá suceder seu antecessor em cargos públicos.

De acordo com Mello, a Constituição brasileira determina que o candidato à presidência da República não pode ser responsabilizado por atos estranhos fora de seu mandato. Mesmo com a medida favorável a Lula, o ex-ministro da Secretária Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, explica que a principal estratégia do (#PT), é viabilizar a candidatura de Lula ao cargo de presidente nacional do partido.

Na ocasião, Lula deverá assumir o comando do Partido dos Trabalhadores para tornar o partido uma sigla forte outra vez, e assim possa lançar um candidato forte para as próximas eleições. No momento a intenção do ex-presidente é percorrer o Brasil em busca de votos e reforçar seus laços com a militância petista e visitar as populações mais pobres.

Segundo informações, Carvalho explica que Lula também estaria articulando um plano econômico, mas com a ressalva que não poderá ser o mesmo adotado em 2002. Mesmo assim, o ex-ministro admite que um ajuste fiscal será necessário para por o plano em prática.

Sobre um possível apoio a candidatura de Ciro Gomes

Carvalho não descarta um possível apoio do PT à candidatura de Ciro Gomes, mas entende que o político tem baixa popularidade. Além disso, ele costuma exceder-se demais em suas expressões. Mas ressalta que Ciro Gomes sempre esteve ao lado do PT nos momento difíceis, como nos casos de corrupção envolvendo o mensalão e o impeachment de Dilma Rousseff. Outro nome que o PT visa apoiar em 2018 é do senador Roberto Requião. De acordo com Carvalho, Requião é considerado um político corajoso e merece muito a admiração do PT.