Desde que foi divulgado que o médico Richam Faissal Ellakkis, que postou uma mensagem ofensiva a ex-primeira-dama #Marisa Letícia Lula da Silva em um grupo de médicos formados pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul no WhatsApp, trabalha na #Unimed de São Roque, a empresa passou a ser cobrada para que tomasse uma atitude.

No grupo, Richam torcia para que o procedimento que seria realizado na ex-primeira-dama, que teve morte confirmada às 18h57 desta sexta-feira (3), desse errado. "esses fdp vão embolizar ainda por cima. Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela (sic)", afirmou.

Como mostrou uma reportagem de Blasting News nesta sexta, a página da Unimed São Roque foi invadida por internautas que exigiam a demissão do profissional. Na noite desta sexta, a empresa divulgou um comunicado oficial em suas páginas no Facebook.

Pelo teor do comunicado emitido pela empresa, as críticas vão continuar.

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“A Unimed São Roque repudia veementemente as declarações dos médicos citados nas reportagens que abordam o vazamento de informações sigilosas sobre o diagnóstico da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva; e esclarece que o profissional relacionado à cooperativa não pertence ao quadro de médicos cooperados da Unimed São Roque. Trata-se de um médico terceirizado no hospital próprio desta cooperativa, por meio de um contrato de prestação de serviços que está em vias de ser rescindido”, diz o comunicado.

Em outras palavras, o médico trabalha no hospital da Unimed São Roque, mas como terceirizado. O texto mostra que ele não será demitido, mas pode ser desligado assim que o contrato, que está prestes a acabar, chegar ao fim.

Repercussão

Na página da Unimed, curtida por 620 mil pessoas, internautas criticaram a empresa.

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“Esperamos a demissão deste sujeito. Caso contrário; pactuam com ele. A credibilidade de vocês está em baixa, com um pseudomédico desse. Quem vai querer se consultar com o corpo clinico da Unimed depois dessa? Avaliem bem!”, comentou um internauta.

“Que o repúdio se expresse em demissão. O cara sugeriu um assassinato sem o mínimo pudor. Que confiança eu teria de ser tratada em uma rede que acoberta um médico que orienta assassinato contra pacientes inconscientes e que estão pagando para serem tratados?”, criticou outra.

O neurocirurgião excluiu sua conta no Facebook. Em determinados grupos nesta mesma rede social estão circulando imagens que seriam da casa do médico. #Rachim Faissal Ellakkis