O ex-governador do #Rio de Janeiro, Sérgio #cabral, é alvo de mais uma denúncia, a sexta acusação contra ele. A Procuradoria da República deu detalhes sobre uma rede de lavagem de dinheiro, onde além de Cabral, seus operadores mantinham relação estreita com a Odebrecht e usavam salas comerciais, no Rio de Janeiro, para guardarem dinheiro em espécie.

Eram quartos espalhados pelo Rio de Janeiro. Quem passou as informações foi o delator Enrico Machado, dono de uma instituição financeira. Cabral está preso desde de 17 de novembro, do ano passado. Ele está em Bangu 8 por determinação do juiz Marcelo Bretas.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) pretende transferir, em breve, o ex-governador e mais alguns presos da Lava Jato, que possuem ensino superior, para uma outra unidade, Benfica, que fica na Zona Norte do Rio.

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A transferência pode ocorrer já no final desse mês de março. O presídio deve abrigar, além de alguns presos da Lava Jato, outros detentos que não pagaram pensão alimentícia. Em Bangu 8 ficarão só presos de alta periculosidade.

Informação secreta

Um ex-detento denunciou várias regalias que estão sendo feitas para Cabral. Ele estava revoltado com isso. O presidiário ficou pouco tempo preso e foi solto por ter tido um crime de baixa periculosidade. Ele chegou a ficar na mesma ala do ex-governador. De acordo com sua entrevista à BandNews FM, o ex-detento disse que Cabral não come comida da #Prisão, recebe jornal diariamente e só fica em sua cela quando os outros presos estão em banho de sol. No restante do período ele fica fora da cela.

Rotina de luxo

Segundo o presidiário, Cabral e seus aliados, também presos, recebem muitas mordomias.

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O colchão dele é diferente dos outros, ele tem um ventilador e um cooler, que sempre está sendo abastecido de gelo. "Nem uniforme de prisão ele está usando mais", afirma o ex-detento.

A Secretaria de Administração Penitenciária nega o relato do presidiário. De acordo com a Seap, Cabral não tem nenhuma mordomia lá dentro e as celas são fiscalizadas constantemente pelo Ministério Público.