O presidente da República, #Michel Temer, logo após o impeachment de #Dilma Rousseff, surgiu como o ponto focal de “esperança” rumo a um futuro melhor para milhões de brasileiros que não concordavam com as “políticas sociais populistas”, mergulhadas na #Corrupção, como eles mesmos diziam do PT, isso apesar de Dilma ter sido eleita com mais de 54 milhões de votos diretos.

Por outro lado, Temer parece não estar tendo a competência necessária para proporcionar o equilíbrio político e econômico do país. O que era uma percepção somente dentro das fronteiras nacionais, passou a extrapolar e fazer com que formadores de opiniões e críticos de outros países, também sejam unânimes de afirmar que Temer tem aumentado a miséria no Brasil.

Tanto é assim, que o “The New York Times”, reconhecido mundialmente, jornal norte-americano, faz críticas duras a “desigualdade” que vem imperando nas ditas reformas fiscais, que estão sendo postas em prática no gigante latino-americano.

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O mesmo periódico diz ainda que de um lado da balança, os trabalhadores e assalariados comuns estão vendo os seus benefícios serem extintos, mas que paralelo a essa tragédia, tanto políticos quanto juízes têm os seus salários sendo aumentados e o Congresso do país diante desse cenário adverso está “em vias de aprovar uma reforma previdenciária”, que destoa por completo do quadro de reconstrução econômica que tanto apregoa Temer, uma vez que os seus parlamentares passarão a usufruir de pensão vitalícia após somente dois anos que tenham sido empossados.

A reportagem veiculada nos EUA salienta ainda que, apesar de Temer advogar a favor do corte de gastos, ele próprio não comprovou por meio de suas ações, que age de acordo com o que prega ao promover um farto “banquete pago com dinheiro de contribuintes” no sentido de converter os deputados como aprovadores de suas reformas político-econômicas, o que fez com que a sua popularidade caísse mais em índices percentuais.

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O jornal dos EUA baseou o seu artigo no depoimento de inúmeros personagens e disse que o governo estabelecido no Planalto Central quer determinar a adesão de todos no salgado programa de austeridade; entretanto, os políticos se focam é na verdade nas camadas mais pobre da população ou dos “menos favorecidos”.

Em outras palavras, por exemplo, a aprovação de um teto máximo para os gastos públicos, pode vir a ser um dos calcanhares de Aquiles do governo Temer. Tanto é assim que o Economista da Unicamp, Pedro Paulo Zahluth Bastos, disse o seguinte sobre tal iniciativa do PMDB de Temer e partidos da base aliada: “o sistema tem tudo para aumentar a desigualdade, mas Temer está minimizando a ideia de que o Brasil precisa de uma reforma no estilo grego”.

Outro ponto crítico da política econômica da equipe de Brasília é a “total falta de cobrança de impostos sobre os rendimentos de proprietários de ações”, reitera Bastos na sua fala.

Foi o correspondente internacional do The New York Times, Simon Romero, o responsável pela redação da reportagem em que questão, e ele não parou por aí, destacando mais um ponto negativo do que vem acontecendo com a administração do país e de seus Estados Federativos, como Rio de Janeiro, que se encontra chafurdado em dívidas e falta crônica de dinheiro na praça.

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Fato é que a população, independente de sua inclinação política, se de direita ou de esquerda, acaba sofrendo como um todo com os desmandos e descasos dos políticos brasileiros, que embora se apresentem como os grandes salvadores da pátria, não estão conseguindo fazer muito ou quase nada de significativo.