A popularidade do deputado federal, Jair Bolsonaro (PSC-RJ), é gigantesca dentro de grupos e páginas específicas na internet, mas ultimamente, se os seus militantes não são avisados com antecedência que ele estará em algum lugar, algo acontece e frustra suas ações.

Após uma universidade de Brasília proibir a sua palestra, receber repúdio de judeus que não querem sua presença em um clube e de ser hostilizado por estudantes, em uma visita surpresa que fez ao Mackenzie, o deputado, que estava em um aeroporto, nessa quinta-feira, 30, decidiu abordar o juiz federal Sérgio Moro.

Acompanhado por um amigo, que fazia a filmagem, #bolsonaro acabou ficando constrangido.

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Sérgio, que estava em uma lanchonete do aeroporto, conversava com um grupo de pessoas, mas quando #Jair Bolsonaro se aproximou, ele decidiu ir embora. Bolsonaro bateu continência para o magistrado, a fim de ser notado. Moro o cumprimentou rapidamente e foi embora, cortando qualquer tipo de conversa e deixando o deputado falando sozinho.

O parlamentar ficou, visivelmente, constrangido e sem saber o que fazer. O que evitou que o momento fosse pior, foi a presença de alguns adolescentes que se aproximaram e pediram para tirar uma foto com ele, mas até na foto, ele continuou tenso, sem sorrir e mostrar o carisma dos eventos políticos.

Assista ao momento constrangedor envolvendo o deputado e o juiz:

Gastos excessivos

A Câmara, como de costume, divulgou os gastos dos mais de 500 deputados federais, e Jair Bolsonaro ficou em terceiro lugar do ranking, como um dos parlamentares que mais gasta com correspondências.

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O deputado gastou quase R$100 mil com os Correios, mas não informou o que tem feito com esse tipo de serviço. Vale ressaltar que todos os gastos dos parlamentares, são bancados com dinheiro público.

Por enquanto, Bolsonaro não se pronunciou sobre o assunto, mas não é a primeira vez que seus gastos políticos são destaques nas listas de despesas dos parlamentares brasileiros.

O que você achou da atitude de Sérgio Moro? Deixe um comentário com a sua opinião. #Sergio Moro