O deputado Jair #bolsonaro (PSC-RJ) deu uma entrevista bem contundente à Folha de São Paulo e falou os detalhes de seu governo, caso vença as eleições para presidente da República, em 2018. De acordo com ele, 50% de seu ministério será de militares e que seu governo não terá limites, nada pode pará-lo, nem o Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado disse que nos lugares que vai sempre é muito querido pelas pessoas e ele tem a simpatia das Forças Armadas e do público evangélico.

Bolsonaro comentou que fará várias propostas contra a #Violência e que tudo dependerá da aprovação do Congresso. "Quero tratar a violência com energia. Se o cara não colaborar com a Justiça vai para a Solitária e fica lá ,por um tempo".

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O deputado deixou bem claro que a violência não deve ser tratada com amor e sim com "porrada". "Se bandido tem pistola, a polícia tem que ter fuzil", ressaltou. Ele também afirmou que não se arrepende de nada do que fala, pois segundo ele, estamos em uma democracia e podemos falar o que bem entender.

Raiva de FHC

Jair Bolsonaro foi questionado sobre uma frase que ele disse sobre fuzilar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O deputado explicou a frase dita, dizendo que ficou com muita raiva de FHC da forma como ele privatizou a Vale do Rio Doce. Segundo o deputado, ele apenas usou essa expressão copiando o que o pai de FHC disse sobre a família real no Brasil. Na época, ele comentou que na passagem do Império para a República, se a família real não fosse embora, ela deveria ser fuzilada.

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Bolsonaro também não concorda com a liberação da maconha proposta pelo ex-presidente FHC. Sobre o ex-presidente Lula, o deputado preferiu não falar nada: "Pelo amor de Deus, prefiro não responder", disse aos risos.

Contra a Reforma da Previdência

Bolsonaro não concorda com a Reforma da Previdência imposta pelo presidente Michel Temer. "É um remendo de aço numa calça podre", disse o parlamentar.

Ele disse que Temer faz de tudo para se manter vivo. O parlamentar afirmou não votar tudo o que o peemedebista quer, pois seu voto não é comprado. #Eleições 2018