Na manhã desta última terça-feira (07), o pré candidato para a presidência da República, Ronaldo Caiado (DEM-GO), deu uma indireta sobre a aposentadoria pessoal do atual presidente da República, Michel Temer. Em uma palestra, Caiado cita que a melhor coisa que Temer poderia fazer no momento para poder mostrar um parecer positivo sobre a proposta da #Reforma da Previdência, é abdicando sua própria aposentadoria.

Ronaldo Caiado afirma que se Temer deixar de lado seus ganhos mensais, ele mostrará uma "independência moral e intelectual" para poder falar abertamente sobre a Reforma que está causando tanta polêmica no Brasil. O deputado Caiado também mostra que é a favor de uma nova eleição, pois é o povo que deveria decidir quem deve assumir propostas como essa: "O povo é quem deve decidir quem tem credibilidade para fazer as grandes reformas. É preciso que o cidadão tenha firmeza de que o político não vai usar seu mandato como balcão de negócios."

Reforma da Previdência

O presidente Michel Temer disse que a reforma do sistema da previdência irá ajudar aquelas pessoas que são mais pobres.

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Ele avalia que aqueles que mais reclamam sobre essa proposta do governo, são aquelas pessoas que mais ganham dinheiro aposentados. Ele avalia que cerca de 63% dos aposentados em trabalho integral ganharão um salário mínimo, e os que estão contra essa emenda representa um grupo de 37%. Quem está acima do teto nacional é quem mais reclama sobre a mudança na previdência.

Temer se pronunciou para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, buscando apoio para poder seguir com a proposta o mais rápido possível. Cerca de 96 pessoas estavam presentes, entre eles, empresários, trabalhadores, cientistas e diversas de outras áreas que contribuem para a análise da proposta.

Temer também citou que Estados que quebraram, foram os que apresentaram problemas com a previdência, entre eles o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro.

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Foi ressaltado que a reforma não tira nenhum direito dos trabalhadores, como a oposição vem dizendo ao longo do tempo. #RonaldoCaiado #Crise econômica