O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, confirmou apoio ao governador de São Paulo, #Geraldo Alckmin para uma possível candidatura à presidência da República. #FHC diz que considera Alckmin como um dos políticos mais bem posicionados do momento no PSDB para concorrer as eleições. Em troca, o ex-presidente criticou o prefeito de São Paulo, #João Dória, que é opinado como um nome forte para comandar a presidência.

FHC é enfático e deu uma indireta para Dória: "Tem muitos aí que não se coloca como político", o ex-presidente ainda diz: "se você é um gestor, você não vai inspirar em nada". Para FHC, um gestor não tem a capacidade de comandar um país, que precisaria de um líder que inspire, mostrando o caminho certo e errado das situações, esse líder teria que ser um político.

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FHC concedeu a entrevista para o jornal "Estadão".

Questionado se João Dória pode ser um nome escolhido para concorrer as eleições de 2018, o ex-presidente brasileiro diz que "não". Os jornalistas ainda questionam FHC, lembrando-o que no ano passado, ele havia afirmado que José Serra seria o nome "mais bem posicionado", mas que agora as coisas parece que mudaram. FHC diz que Alckmin seria a melhor opção, afirmando que João Dória também concordaria com isso, pois o "momento atual" estaria mostrando isso. FHC diz que os próximos meses traçarão o futuro.

Fernando Henrique ainda cita que o ex-presidente Lula estaria demonstrando que será um candidato para "provar" para a sociedade que ele é um "perseguido" pela Operação Lava Jato, e por esse motivo estaria "correndo" em favor a sua candidatura.

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Mas FHC disse que o nome de Alckmin não será pressionado e não haverá precipitação para os futuros acontecimentos.

Ainda sobre Alckimin, FHC é indagado se tem "medo" do governador de São Paulo sair do partido. Em sua resposta, o ex-presidente diz que Geraldo é um homem com lealdade e que irá lutar pelo PSDB.

Operação Lava Jato

Fernando Henrique Cardoso diz que não existe um acordo de "salvação nacional" entre os políticos investigados pela Operação Lava Jato, e que não seria possível se salvarem simplesmente "passando a borracha".