De um lado o governo do presidente Michel Temer (PMDB-SP) prega e pratica medidas econômicas impopulares, que segundo o mesmo e sua equipe, serão as únicas alternativas de salvar o país e as suas próximas gerações da #Crise. Porém, o que mais se questiona em tudo isso é que somente o povo e o trabalhador comuns estão sendo convocados para tirar o país da situação política e econômica miserável em que se encontra. Por outro lado a burguesia e os partidos aliados do Planalto Central, que estão distribuídos nos quatros cantos do Brasil não praticam no dia a dia o comportamento de altruísmo no que diz respeito a melhora como um todo da nação. Exemplo vergonhoso disso vem da cidade de Taubaté, localizada no Vale do Paraíba no Estado de São Paulo, onde a madrasta de Ortiz Monteiro, que é o prefeito local pelo PSDB, cujo nome é Odila Sanches, teve como remuneração salarial no mês de fevereiro a bagatela de um #Salário bruto no valor de R$ 78 mil, somatório do salário como secretária de Finanças, mais algumas outras gratificações, como a licença-prêmio.

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Desse modo, o Sindicato de Servidores acabou protocolando um ofício no dia 29 de março, objetivando entender mais detalhes da prefeitura sobre o referido “supersalário” de Odila. Em outras palavras, estão todos querendo saber em que foi baseada a concessão de se liberar a licença-prêmio para a secretária, uma vez que a própria prefeitura não paga esse mesmo benefício aos servidores em geral, alegando que não tem dinheiro para isso.

De acordo com Augusto Guará Filho, que é vereador em Taubaté e presidente do sindicato, existem inúmeros questionamentos dos funcionários na região, principalmente quanto a questão de se “furar a fila”, ou seja, um servidor recebe o benefício bem antes de um outro que já aguarda por mais tempo, caracterizando o velho jogo das influências existente desde a época do Brasil colônia.

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Ainda referente ao supersalário de Odila, o montante bruto específico destinado a ela foi de R$ 78.367,40 em fevereiro, sendo quatro vezes maior do que os ganhos do próprio prefeito que totalizam R$ 16.574,82.

O curioso disso tudo é que o salário-base real da mulher na função de secretária é de R$ 10.617,23 e justamente por causa de tamanha discrepância, o sindicato se sentiu na obrigação moral de indagar a administração local, de quando foi solicitada a licença e a data para gozo da mesma.

Apesar do requerimento formal, o governo não deu maiores informações sobre o salário de Odila, que ocupa o cargo desde o mês de janeiro de 2013, data em que Ortiz se tornou prefeito pela 1ª vez em Taubaté.

A prefeitura somente informou que o salário pago a secretária está contemplado na "legislação vigente" e é referente “a vencimentos, vantagens pessoais acrescidos de licença prêmio". E quanto a você que está lendo e, muito provavelmente, se espantando com o supersalário de Odila Sanches, qual é a sua opinião sobre o assunto? #Michel Temer