A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, fez uma importante afirmação nesta segunda-feira (20), durante uma palestra realizada na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. (PUC-MG). A ministra que comanda a mais alta Corte brasileira decidiu que no ano de 2018, já em seu inicio, irá se aposentar. Dessa forma, a ministra não completaria os dois anos como presidente do Supremo Tribunal Federal. Ela havia assumido o posto como presidente da Corte, no mês de setembro de 2016. Cármen Lúcia fez uma palestra inaugural em relação à Faculdade Mineira de Direito (FMD), que pertence à PUC de Minas. A magistrada é professora licenciada da instituição de ensino.

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O tema referente à palestra dada pela presidente do #STF é: "O Papel do Supremo Tribunal Federal na Consolidação da Democracia". Após a realização do seu discurso, a ministra foi aplaudida de pé por um auditório lotado, na maioria por estudantes e educadores.

Sombras do impeachment

Entretanto, a presença da presidente do Supremo, não agradou a uma parcela de pessoas, na manhã desta segunda-feira, que se encontravam em frente à universidade, aguardando a chegada da magistrada. Um número pequeno de pessoas, totalizando aproximadamente uns cinquenta manifestantes, resolveu protestar contra Cármen Lúcia. Eles carregavam faixas demonstrando insatisfação com o Supremo, em relação aos rumos tomados pelo processo de #Impeachment da ex-presidente da República, Dilma Rousseff.

Os manifestantes mais exaltados, ao perceberem a presença da ministra que preside o STF, começaram a gritar, chamando-a de "golpista", em se tratando do seu posicionamento sobre todo o processo que culminou no afastamento de Dilma Rousseff da Presidência do Brasil, condenada pelo cometimento de crime de responsabilidade.

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A ex-presidente Dilma é uma das figuras políticas que está na lista de recebimento de propinas, apresentada por meio de denúncia formulada ao Supremo, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A Corte, porém, através da relatoria do ministro Edson Fachin, se aceitará a denúncia da Procuradoria, que poderá tornar Dilma ré pela prática de crimes relativos à corrupção na Petrobras. #CármenLúcia