No dia 03 de maio, deste ano, o clima vai esquentar e o chão vai tremer em Curitiba, Paraná. O ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva irá depor ao juiz federal Sérgio Moro sobre as acusações referente à reforma de um triplex, no Guarujá, litoral de São Paulo. De acordo com a denúncia, o triplex foi reformado com dinheiro irregular vindo da construtora OAS, por meio de esquema de corrupção da Petrobrás.

Um movimento de esquerda chamado "Ocupa Curitiba" já está se organizando através do Facebook. Os petistas pretendem invadir a capital paranaense levando pelo menos 50 mil pessoas. Seria uma forma de apoio ao ex-presidente Lula, alvo da Operação #Lava Jato, e um possível intimidamento ao juiz Sérgio Moro.

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No dia 20 deste mês, será feita uma reunião para combinarem todos os atos da manifestação. Vários grupos estão envolvidos como a Central Única de Trabalhadores (CUT), o grupo Frente Brasil Popular e Povo sem Medo.

Grupo de apoio à Lava Lato

Diante de toda essa mobilização petista, o grupo de apoio à Operação Lava Jato afirmou que não deixará que os petistas atrapalhem o trabalho do juiz. Os integrantes que apoiam Sérgio Moro avisaram que farão um movimento contrário aos petistas. Acampados em frente ao prédio da Justiça Federal, em Curitiba, o grupo avisou que fará de tudo para que o juiz trabalhe em paz, sem ser perturbado pelos simpatizantes de Lula. "Eles querem apenas tumultuar a audiência", afirma um dos adeptos do grupo de apoio à Lava Jato.

Ação contra Lula

O ex-presidente foi acusado de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

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Segundo as investigações, o imóvel em Guarujá teve muitas melhorias, avaliadas em R$ 777 mil. Foram constatados a compra de móveis, num total gasto de R$ 320 mil e vários utensílios novos, totalizando R$ 19 mil.

Conforme a Polícia Federal apurou, tanto Lula quanto dona Letícia receberam vantagens indevidas da construtora OAS. Outros nomes que também estão envolvidos nas denúncias são os do presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamoto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e Paulo Gordilho, ex-diretor da construtora. #SérgioMoro