O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, polemizou mais uma vez quando afirmou nesta segunda-feira (20), que acredita que os parlamentares tem condições de aprovar no máximo até esta quarta-feira (22), o projeto que regulamenta a terceirização no trabalho. Essa afirmação causou revolta na população brasileira, que utilizou as redes sociais para se colocar totalmente contraria por considerar que isso é um ataque a CLT, ao cortar direitos trabalhistas historicamente conquistados.

O texto original é datado de 1998 e foi feito no governo neoliberal do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). E caso venha a ser aprovado pelos parlamentares da Câmara sem alterações, o texto será encaminhado para a sanção do presidente Michel #Temer.

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Agora, o objetivo de Maia, que durante a semana passada se reuniu várias vezes com Temer e recebeu do presidente o sinal verde para dar andamento a este projeto, é correr para agilizar sua tramitação.

O presidente da Câmara disse estar confiante e que, nesta semana, os parlamentares já devem aprovar a terceirização. #Rodrigo Maia afirmou também que acredita ter a quantidade de votos suficientes para a sua aprovação e causou muita polêmica ao dizer que o excesso de leis no #Brasil tem gerado desemprego.

O parlamentar que dirige a Câmara, e que é aliado e apoia o governo, também se disse confiante de que a Casa aprovará, em abril, as reformas trabalhistas e em maio a previdenciária, apresentadas pelo governo Michel Temer. Maia tem causado cada vez mais descontentamento dos brasileiros com ele ao fazer declarações que defendem as reformas propostas pelo governo Temer.

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Segundo Maia, caso estas reformas não forem aprovadas com urgência, haverá um grande risco de corte de salários e da aposentadoria de servidores, e citou como exemplo a situação registrada no Rio de Janeiro. Porém, os críticos das reformas trabalhistas e da previdência responderam mais uma vez pelas redes sociais que a situação do Rio de Janeiro nada mais é do que resultante do esquema milionário de corrupção que foi instalado no Estado no governo de Sérgio Cabral.