O juiz Sérgio Moro, responsável pela condução das investigações da força-tarefa da Operação Lava-Jato em primeira instância, condenou o dono de um dos mais importantes jornais da região do Grande ABC paulista, a mais de cinco anos de prisão, pelo cometimento de crimes relativos à lavagem de dinheiro. O empresário Ronan Maria Pinto, também é dono de empresas de ônibus da cidade de Santo André, na grande São Paulo. A cidade ficou conhecida nacionalmente no meio político, devido à ocorrência do crime que vitimou o prefeito Celso Daniel, do PT, que não concordava com a #Corrupção instalada no município em caso ainda repleto de mistério e dúvidas.

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Decisão de Sérgio Moro

O juiz responsável pela Operação Lava-Jato, considerada a maior operação de combate à corrupção de que se têm notícia na história do Brasil, comanda as investigações a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. A decisão do magistrado paranaense se dá por meio da ocorrência de crime de lavagem de dinheiro. Além de Ronan, também foi condenado o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares.A decisão proferida retrata que "a lavagem de dinheiro no presente caso, envolveu algo relativo a uma especial sofisticação, com a utilização interposta de duas pessoas entre a fonte de recursos e o seu destino final, além da ocorrência de simulação de dois falsos contratos de empréstimos", delimitou em sua decisão o juiz Sérgio Moro.

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A denúncia

A denúncia se refere ao benefício de parte do empréstimo de RS 12 milhões que o PT angariou juntamente ao Banco Schahin, através do pecuarista amigo do ex-presidente Lula, José Carlos Bumlai. A versão de Bumlai, segundo as investigações do Ministério Público Federal, se referia à quitação de empréstimo por meio da entrega de sêmen de boi. O Ministério Público Federal desmentiu essa versão. Os procuradores afirmam que na verdade, os valores acabaram sendo pagos a partir da contratação da Schahin pela Petrobras, com o intuito de operar o navio-sonda 10.000. #SérgioMoro #Lava Jato