O presidente da República, #Michel Temer, concedeu um entrevista a um dos principais veículos da imprensa internacional, no que se refere à área financeira. A conversa entre o mandatário do país e a revista britânica "The Economist" foi publicada nesta quinta-feira (09). Durante a entrevista, o presidente afirmou sua opinião sobre as expectativas que geram a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. A Lava-Jato é considerada a maior operação de combate à corrupção já deflagrada no país e é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná.

De acordo com o presidente Michel Temer, se seu #Governo conseguir realizar todas as reformas pertinentes e necessárias ao país e se não estiver envolvido nas investigações da Lava-Jato e vier a "escapar" das apurações referentes à sua chapa eleitoral que o elegeu, ele poderá ser considerado um presidente bem "significativo".

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A revista inglesa foi taxativa: "Se for desse jeito, realmente há pouco que possa impedir o presidente de cumprir o seu mandato até o fim. Este presidente acidental, se tornaria, então, bem significativo ao Brasil", concluiu o veículo de comunicação que entrevistou o presidente, diretamente de Brasília, capital federal.

Presidência legítima

A revista britânica foi bastante elogiosa quanto aos rumos tomados pelo país sob a presidência de Michel Temer ao afirmar que presidentes que atravessam a mesma situação do presidente brasileiro, são "preparados para o combate", em alusão à uma das piores recessões já vivenciadas pela população brasileira na história do país.A revista sinaliza ainda que as reformas encaminhadas ao congresso poderão, na verdade, retirar os obstáculos que impediram o progresso do Brasil há décadas, num clara "indireta" às administrações anteriores, principalmente da ex-presidente Dilma Rousseff.

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Ao ser questionado pela revista sobre gritos de "Fora Temer", o presidente afirmou que isso faz parte da vibrante democracia brasileira. Ele ressaltou ainda que prefere ser considerado um presidente "impopular" do que ser "populista". Em relação a Lava-Jato, o presidente concluiu que a força-tarefa é o "melhor exemplo" de todo um processo de fortalecimento das instituições e declarou que suas doações eleitorais, em relação à investigação no TSE, foram legais. #Lava Jato