Já que o PSDB não define seu candidato para disputar a eleição presidencial em 2018 por rixas internas, o ministro do STF, relator da Lava Jato, Edson Fachin, pode decidir pelos tucanos. Aécio luta com unhas e dentes internamente por uma segunda chance na disputa presidencial. Geraldo Alckmin busca também a segunda oportunidade. Já José Serra quer uma terceira. Enquanto João Doria deixa os companheiros tucanos se matando e finge não querer sua primeira.

Cada vez mais Aécio parece ser carta fora do baralho, sendo o líder em acusações na Lista do Fachin, com cinco. Serra também tem seus problemas na Justiça e é visto com pouca força dentro do próprio partido.

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O governador Alckmin é outro envolvido em acusações de receber propina. Carlos Armando Paschoal, ex-diretor da Odebrecht, afirmou que recebeu da mão do próprio Alckmin o cartão de seu cunhado para tratar da propina de R$ 2 milhões.

Quem se fortalece com isso tudo é João Doria, que está nesse momento na Coreia do Sul, bem longe do turbilhão tucano. Com seu discurso de "não político", para o prefeito de São Paulo, quanto pior, melhor. Cada vez mais que a classe política se desgasta, melhor fica sua imagem.

Mais do mesmo

Marina Silva, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro não aparecem na Lista do Fachin, mas estão estagnados. Mariana não sabe para onde corretor e se mantém esquecida. Ciro espera por Lula. Bolsonaro espera o ódio aflorar na alma do brasileiro para tentar sair dos 8 ou 10 porcento de votos que se mantém em todas as pesquisas.

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Lula só espera por Moro mesmo. #Dentro da política