Depois de muita discussão e como solução para tentar acalmar os ânimos dentro do Partido dos trabalhadores (#PT) a senadora Gleisi Hoffmann é a indicada pela maioria para assumir a presidência do partido a partir de junho, quando será #Eleições para comandar o PT.

A senadora é a candidata escolhida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eles se encontraram diversas vezes para tratar da eleição. Gleisi é proveniente da ala denominada Campo Majoritário, a maior corrente interna do PT. Ela tem sido uma parlamentar bastante atuante no senado Federal ao defender incondicionalmente os interesses do seu partido dentro governo.

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Se eleita substituirá o atual presidente Rui Falcão da ala Novos Rumos, que foi eleito através de uma aliança com a ala majoritária. O esforço de #Lula em fazer de Gleisi única candidata ao posto tem como alvo evitar rachas e disputas pelo poder dentro do partido, que poderia enfraquecê-lo e desgastar ainda mais sua imagem e liderança dentro do próprio partido dos trabalhadores.

Outro objetivo de Lula é que com chapa única, para ser aclamada no Congresso do PT; o que facilitaria bastante as coisas para o partido e para ele próprio, que conta com o apoio de todos para lançar sua candidatura a presidente e enfrentar o seu depoimento ao juiz Sérgio Moro já como pré-candidato a presidência do Brasil em 2018.

O partido selou a indicação da senadora em uma reunião na noite desta segunda-feira (3), na qual Lula estava presente para prestigiar Gleici.

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Outros três pré-candidatos Alexandre Padilha, Márcio Macedo e o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), abriram mão de suas intenções ao comando do partido em favor de Gleisi.

Lula também conduziu pessoalmente as negociações para que o caminho ficasse livre para sua aliada, que teve grande destaque no processo de defesa da ex-presidente Dilma diante do senado. Foi Gleisi que contou com a colaboração dos senadores Vanessa Graziotin e Lindbergh Farias na incansável ‘luta’ em tentar barrar o impeachment de Dilma Rousseff.