Os petistas criaram um verdadeiro "clima de guerra' para o dia 03 de maio. Nessa data, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará prestando depoimento ao juiz federal Sérgio #Moro. #Lula terá que explicar sobre as irregularidades que envolvem a aquisição de dinheiro irregular para a compra de um sítio, em Atibaia, interior de São Paulo e reforma de um triplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Todo esse dinheiro foi repassado para Lula através da Construtora OAS.

O medo dos petistas é que Moro prenda Lula nesse mesmo dia, aproveitando que o ex-presidente já estaria em Curitiba. Para isso, vários movimentos sindicais, como a CUT por exemplo, estão convocando os militantes para estarem em Curitiba e fazerem pressão no juiz.

Publicidade
Publicidade

O presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, chegou a dizer que todos deveriam fazer um cerco em Lula e não deixa ninguém chegar perto dele. Ele também chamou o juiz Sérgio Moro de "vigarista".

Medidas de Moro

Para conter esse ódio de esquerda, algumas medidas poderão ser tomadas e segundo o site "Antagonista", já estão sendo preparadas pelo juiz paranaense. Algumas das hipóteses que surgem é a determinação do juiz em pedir o bloqueio de vias de acesso ao prédio da Justiça Federal. As ruas próximas do tribunal serão de acesso apenas dos policiais. Manter os militantes longe do local do depoimento é algo necessário para se manter a ordem.

O PT avisou que iria levar 50 mil pessoas para "abraçar" o prédio da Justiça. A polícia estará de prontidão e poderá agir sob qualquer manifesto de ordens superiores.

Publicidade

Tem pessoas dizendo que o cenário do dia 03 de maio poderá ser marcado como uma verdadeira praça de guerra. Petistas podem até mesmo tentar invadir o prédio.

Corrupção de Lula

Sérgio Moro solicitou, no dia 13 de março, que a empresa de auditoria KPMG informasse se durante a auditoria na Petrobrás, foi identificado algum ato de corrupção do ex-presidente Lula. Foi dado 30 dias para a empresa se posicionar.

Lula responde ao processo que o liga a contratos firmados entre a Estatal Petrolífera e a Construtora Norberto Odebrecht S/A.

O valor teria sido repassado a partidos políticos que eram aliados do governo de Lula.