Após completar 10 meses como presidente do país em março, incluindo os 110 dias como presidente interino, Michel Temer (PMDB) continua sendo mal avaliado nas pesquisas eleitorais. Segundo levantamento divulgado em fevereiro pelo Instituto IPSOS, uma das maiores empresas de pesquisas do mundo, Temer possui aprovação de só 19 % da população brasileira. Tal resultado se manteve estável desde junho e julho do ano passado. Do mesmo modo, seu governo recebe nota baixa, já que 59% da população classificaram a administração do país como péssima ou ruim.

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Embora sem conseguir reconhecimento do povo, o presidente tem resultados para apresentar.

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Apesar dos problemas políticos que ocorrem a todo momento, na área econômica ele conseguiu promover uma mudança considerável no país, em relação à situação herdada de sua ex-companheira de chama, Dilma Rousseff.

Ao defender claramente a #reforma no país, baseada no programa de seu partido, o PMDB, denominado ''Ponte para o futuro'', Temer tenta deixar sua marca na gestão do país.

Os números não mentem. A inflação, que era de 10% ao ano, quando Temer assumiu, hoje chega à casa dos 5,35%, no acumulado anual. Em janeiro, o IPCA, que mede a inflação oficial, ficou com 0,38% - o menor valor desde o início das medições, em 1979. Após 3 anos de pura recessão, a economia do país volta a reagir. A expectativa é que, em #2017, o crescimento saia do negativo e atinja 2,5%, ao final do ano.

Após ser pressionado pela urgência da crise e assumindo mandato-tampão, com 2 anos e 8 meses de duração, Temer produziu 62 medidas, de acordo com os dados oficiais, desde sua posse em Brasília, em 12 de maio de 2016.

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As medidas incluem situações corriqueiras da administração, como o reajuste anual dos beneficiários do Bolsa Família. O consultor Alexandre Schwartsman, ex-diretor do BC (Banco Central) e ex-economista chefe do Santander afirmou que ''eles fizeram mais do que eu sequer imaginei que seriam capazes de fazer, em tão pouco tempo''.

Disso tudo, pode-se ver que o Brasil governado por Michel Temer oscila entre a nova e a velha #Política. Assolada pelo fantasma da Lava Jato, e moderna, buscando reformar a economia do país para garantir seu crescimento novamente.