Dilma Rousseff ainda luta por seu mandato de presidente da República no Supremo Tribunal Federal (STF). A petista entrou, nesta segunda-feira (17), com um pedido para adicionar uma entrevista de Michel Temer aos autos do mandato de segurança que contesta o processo de impeachment sofrido por ela.

Em entrevista à Band, no último sábado (15), Michel Temer faz um "confissão", segundo o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma foi um ato de "vingança" por parte de Eduardo Cunha.

Segundo Michel Temer, Cunha o procurou um dia para informa-lo que iria arquivar todos os pedidos de impeachment contra a ex-presidente porque lhe foi prometido todos os votos dos três integrantes petistas do Conselho de Ética da Câmara no processo que culminou com sua cassação.

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Temer foi informar Dilma e ela teria ficado "muito contente", segundo as palavras do peemedebista. Porém, já no dia seguinte, a imprensa noticiou que Rui Falcão, presidente nacional do PT, e os petistas integrantes do Conselho teriam negado essa informação e que seriam contrários a Cunha. Foi nesse momento que o ex-deputado presidiário teria informado Temer que iria convocar a imprensa e abriria o processo de impeachment.

Michel Temer ainda refletiu em auto e bom som dizendo que era "curioso", caso o PT tivesse apoiado Cunha, provavelmente Dilma permaneceria na presidência. #Dentro da política