Que a situação política e econômica do Brasil é a pior das últimas décadas como país, disso ninguém mais tem dúvida; entretanto, o cenário é ainda mais degradante, já que os críticos e comentaristas em geral dizem não se ver nenhuma luz no final do túnel em curto espaço de tempo. Parece que os políticos, empresários e artistas, em alta no momento, estão muito mais preocupados com a questão do marketing pessoal do que com a sobrevivência da nação e de seu povo como um todo. Não se sabe se é exatamente isso o que acontece com o novo prefeito da Cidade de São Paulo, o empresário #João Dória, mas fato é que na manhã de sábado do dia 1º de abril, como que por coincidência conhecido como o “dia da mentira”, o político, sua mulher, a catarinense Bia Doria, e a artista Adriane Galisteu, essa última vestida de gari assim como o prefeito, estavam presentes na “Operação Cidade Linda”, que ocorreu na Avenida Eliseu de Almeida, situada na Zona Oeste paulistana.

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A avenida em questão atravessa o bairro do Jardim Peri e o prefeito do PSDB-SP, aproveitou o compromisso para levar adiante a fixação do seu programa chamado de Operação Cidade Linda, ocasião em ele fez questão de plantar mudas de árvores e até dirigiu um carrinho de varrição.

No mesmo dia, o prefeito Doria falou oficialmente que o teste realizado por uma empresa de ônibus sem ter um cobrador no coletivo, ocorrido neste mesmo sábado, não representa necessariamente em desemprego para a classe em questão. Vale frisar que existem aproximadamente 30 mil cobradores, trabalhando no imenso sistema de transporte coletivo de massa na Cidade de São Paulo e o político deveria explicar melhor, ou com riqueza de detalhes, como ele pretende contornar o problema do desemprego, mesmo que tenha dito em entrevista à CBN que “para aqueles que forem deixando sua função vão mudando de função, como motorista, ou em funções administrativas, sem nenhum desemprego".

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João Doria está confiante na promessa da empresa de ônibus, que conforme reiterado pela SPTrans, não haverá a demissão geral ou gradativa dos cobradores. Só que ninguém até agora conseguiu explicar com clareza para todos, como o processo de transição ocorrerá, uma vez que na atualidade 6% dos passageiros dos transportes coletivos no município paulistano pagam as passagens com dinheiro vivo e os demais usuários se utilizam do bilhete único.

O gerente de operações da empresa de ônibus MobiBrasil, Marcos Santana, disse que a direção do grupo vem direcionando, através da qualificação profissional, a mão de obra dos cobradores em quatro frentes de especialização, a saber, cursos de mecânica, formação de condutores, curso para controlador operacional e por fim, especialização e formação em gestores de qualidade.

João Doria para você é a grande promessa positiva no mundo da política, ou não passa de mais um vendedor de ilusões do mundo moderno? #SaoPaulo #Adriane Galisteu