Recentemente, Nicolao Dino, vice-procurador-geral eleitoral do TSE, pediu uma multa para Jair #bolsonaro, por identificar diversos vídeos do mesmo, fazendo campanha eleitoral antecipada, alguns, mostrando locais onde o parlamentar tem visitado.

Não se importando com isso, Bolsonaro prossegue com sua agenda de compromissos com militantes, grupos políticos, membros das forças de segurança e até empresários, a fim de conseguir fundos para sua campanha presidencial, do próximo ano.

Deputado falta ao trabalho

A Câmara dos Deputados, disponibiliza para consulta pública, a lista de presença de todos os deputados da casa nas sessões, votações e comissões, a fim da população saber em que tem sido gasto os mais de R$30 mil mensais com o salário de cada parlamentar, além dos elevados custos adicionais.

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#Jair Bolsonaro, desde 2 de fevereiro, quando a Câmara voltou do recesso, faltou 13 vezes e se absteve de votar em dez votações.

Se abster é ter a oportunidade de votar sim ou não em um projeto ou pauta, mas preferir não opinar sobre o assunto debatido. Uma dessas abstenções, se deu no dia da votação da terceirização, do qual o deputado admitiu ter deixado de votar por medo.

Jair também possui duas faltas injustificadas em duas comissões do qual faz parte no Congresso. Por outro lado, o deputado Tiririca, o palhaço do Congresso (Tiririca é palhaço e comediante fora da política), não possui nenhuma falta e nenhuma abstenção. Em todas as votações, ele votou sim ou não, sem medo do que o eleitorado poderia pensar.

Os dados divulgados são provenientes de uma pesquisa feita em 15 de abril, e podem ser consultados no site oficial da Câmara dos Deputados (camara.leg.br), através de uma busca pelo nome do parlamentar.

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Declaração polêmica

Uma declaração que Bolsonaro fez recentemente, já lhe rendeu um processo cível e duas representações na PGR, do qual deve ser aberta uma investigação em breve.

Bolsonaro comparou um homem negro a um animal, e disse que o homem não devia servir para nada, nem para procriar. Sua declaração foi identificada como injuria racial, com claro interesse em ofender e menosprezar os negros quilombolas.

A Folha o procurou para saber se ele se arrependia da declaração e o deputado ficou bravo, ameaçando desligar o telefone na cara da jornalista, Anna Virginia. Se recusou a dizer porque afirmou que um negro quilombola não servia nem para procriar, mas afirmou que ele não é racista e que os únicos racistas são o ‘pessoal’ da PGR (Procuradoria-Geral da República), pois eles não conhecem o ‘cheiro do povo’.

Também afirmou que ofendeu uma pessoa em especifico e não um grupo de pessoas, entretanto, o MPF-RJ, não entendeu dessa forma, e o deputado deve desembolsar, em breve, R$300 mil de indenização, correndo o risco de perder o mandato, em uma eventual condenação pelas representações feitas na PGR. #Bolsonaro falta em sessões da Câmara