Em uma revelação surpreendente dado em entrevista à imprensa, o comandante máximo do #Exército brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, foi categórico ao relatar momentos "tensos" da história política brasileira, especialmente, nos últimos anos, durante o período conturbado que antecedeu a concretização do #Impeachment da ex-presidente da República, Dilma Vana Rousseff. O afastamento definitivo de #Dilma Rousseff, foi selado, a partir de decisão do Congresso Nacional, cujo processo em sua fase final, foi presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) à época, ministro Ricardo Lewandowski.

Dilma foi condenada a perda se seu mandato presidencial, por acusação de ter cometido crime de responsabilidade,devido à assinatura de decretos presidenciais não contabilizado e as chamadas "pedaladas fiscais", que foram responsáveis pela "maquiagem" das contas púbicas do orçamento federal.

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Até os dias atuais, a ex-presidente e seus correligionários, principalmente, no PT, utilizam a narrativa de "golpe", porém, cada vez mais enfraquecida, após a Presidência do país ter sido assumida pelo seu vice à época e atual presidente da República, Michel Temer.

Forças Armadas 'alarmadas'

De acordo com o general Eduardo Villas Bôas, que é o atual comandante máximo do Exército brasileiro, a instituição militar que zela pela defesa do país, teria sido procurada, através de consultas, por políticos ligados à esquerda, como intuito de que fosse declarado o "estado de defesa", pela então presidente Dilma Rousseff, e assim, esses políticos de esquerda, os quais o general preferiu não revelar, sondaram as Forças Armadas, sobre a possibilidade de que os militares fossem empregados "para conter as manifestações do povo que ocorriam contra o governo", revelou o general, em alusão ao período tenso que antecedeu o impeachment de Dilma Rousseff".

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O general Villas Bôas foi contundente em rechaçar, de modo veemente, a decretação do "estado de defesa". Ele disse ainda que "o Exército possui uma assessoria parlamentar que defende os interesses e projetos da instituição no Congresso Nacional e que as Forças Armadas ficaram alarmadas com a sondagem feita por políticos esquerdistas, em relação à decretação de estado de defesa", ressaltou o militar. Recentemente, em comemoração ao dia do Exército, o juiz Sérgio Moro foi um dos grandes homenageados, ao receber a Condecoração da Ordem do Mérito Militar. O juiz federal é o responsável pela Operação Lava-Jato, considerada a maior operação de combate à corrupção de que se tem notícia na história do país.