A ex-ministra petista durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-senadora, Marina Silva, decidiu se expressar sobre as próximas eleições presidenciais que deverão acontecer já no ano de 2018. A ex-senadora, fundadora e maior representante do partido Rede Sustentabilidade, foi por duas vezes, terceira colocada nas últimas eleições para a presidência da República. Em 2010, ela ficou no terceiro posto, atrás da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), respectivamente. J

á em 2014, ela manteve o terceiro lugar, atrás de Dilma(PT) e Aécio Neves (PSDB). Marina Silva participou de um evento realizado nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (07), durante uma palestra organizada na Brazil Conference, na cidade de Cambridge, através da Harvard University e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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Também deverão palestrar no evento americano, Dilma Rousseff e o juiz Sérgio Moro. Também estarão palestrando no evento, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.

Dúvidas sobre a próxima eleição

Ao demonstrar incerteza e até mesmo, "insegurança", em relação à próxima disputa eleitoral para a presidência do Brasil, a ex-ministra petista do Ministério do Meio Ambiente, afirmou que "não sabe se será novamente candidata ao Palácio do Planalto e que ainda está num processo de discernimento", disse. Marina ressaltou ainda que ser presidente do Brasil, "não é seu projeto de vida".

A ex-candidata também falou o que pensa sobre a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. A Lava-Jato é maior operação de combate à corrupção na história do Brasil e é conduzida em primeira instância, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba no Paraná, pelo juiz Sérgio Moro.

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Marina defendeu as investigações da força-tarefa e lamentou o "clima" de intolerância politica e falta de diálogo,segundo a ex-ministra. Ela criticou abertamente o projeto que tramita no Senado Federal, denominado de "lei de abuso de autoridade", considerando que seja uma forma de inibir o trabalho do Poder Judiciário.

Num momento "inusitado", durante sua palestra, Marina fez uma indagação: "Por que irei debater com um eco-chato?", e concluiu quando o moderador do evento se referiu a termos como: "coxinhas" e "mortadelas", fazendo uma referência a si própria: "Falta incluir os vegetarianos", disse a ex-senadora. #Eleições 2018 #Lava Jato