A jurista e advogada Janaína Paschoal, figura "chave" no processo de #Impeachment que culminou no afastamento definitivo da ex-presidente Dilma Rousseff, do cargo de presidente da República, devido à condenação pelo cometimento de crimes de responsabilidade, possui planos para os próximos anos e um deles, pode se concretizar até meados de 2019. Janaína ficou marcantemente reconhecida perante à população brasileira, com base em todo o seu trabalho desenvolvido, como coautoria do processo de afastamento de Dilma.

Propostas para os anos de 2018 e 2019

Uma das principais propostas e projetos para serem concretizados nos próximos dois anos, trata-se da publicação de livros.

Publicidade
Publicidade

A advogada já concedeu vários depoimentos para jornalistas que possuem o intuito de laçar um livro sobre a trajetória da jurista em relação a todo o processo de impeachment. Os jornalistas Darlene Dalto e Alexandre Nobeschi, pretendem lançar já para este ano, em meados do mês de agosto, um livro que retrate o processo de afastamento de Dilma Rousseff, a partir dos depoimentos de Janaína Paschoal. Entretanto, a obra não deverá ser assinada pela advogada.

Um dos principais projetos a serem concretizados de Janaína, refere-se ao seu livro, contado e assinado por ela própria. De acordo com a advogada, "o seu próprio livro será lançado em 2018 ou 2019 e deverá contar com uma descrição jurídica, inclusive, com a disponibilização de documentos, e-mails e trechos de delações premiadas", segundo afirmação de Janaína Paschoal.

Publicidade

As declarações da advogada e jurista, permitem que a obra a ser lançada, poderá fazer uma análise completa, de acordo com sua própria visão, de todo o processo de impeachment de Dilma Rousseff, além de mencionar, já que contará com trechos de delações, o processo de investigação realizado pela força-tarefa da Operação Lava-Jato.

A Lava-Jato é maior operação de combate à corrupção, atualmente implementada no Brasil e apura os escândalos bilionários de desvios dos cofres públicos da maior estatal brasileira; a Petrobras. A condução de todo o trabalho de investigação, fica a cargo do juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. Vale ressaltar que o magistrado é responsável pelas apurações em primeira instância, pois, os envolvidos nos escândalos de corrupção e distribuição de propinas que possuem prerrogativa de foro privilegiado, são julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), cuja relatoria dos casos, está sob jurisdição do ministro Luiz Edson Fachin. #JanainaPaschoal #Lava Jato