A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) resolveu promover um #Jantar com senadores peemedebistas. Segundo ela, o objetivo foi para apresentar um prato típico do Tocantins, o "fritado de aratu". A senadora então "lutou" para convencer os parlamentares de que não se tratava de um jantar para falar sobre o rompimento de #Renan Calheiros com o governo do presidente da República #Michel Temer.

Recentemente, Renan está atacando ferozmente o governo de Temer, deixando parlamentares desapontados. O jantar de Kátia teve a presença de Renan, mas foi um "fracasso de público", pois parlamentares como o Eunício de Oliveira (PMDB-GO), Valdemir Moka (PMDB-MS) e Simone Tebet (PMDB-MS) resolveram não comparecer.

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No evento, a anfitriã Kátia disse: "Eu tive que cortar um dobrado para convencer os senadores que essa festa não era para discutir rompimento". Ela enfatiza que o jantar seria só para "unir os colegas".

Ao lado de Renan, estava José Sarney e Roseana Sarney. Para "acalmar os ânimos" do ex-presidente do Senado, também compareceu Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) esteve lá e observou que as críticas de Renan dizia era de âmbito pessoal, e que o ex-presidente do Senado jogou frases, durante o evento, se posicionando contra processos de reformas que estão sendo discutidos no Congresso Nacional, como a polêmica Reforma da Previdência. Renan também se pronunciava, como se sua opinião fosse a mesma de toda a bancada do partido.

Mesmo Kátia Abreu não demonstrando, o objetivo do jantar seria para dar uma "força" a Renan, mas nenhum dos senadores presentes se intrometeram as críticas atribuídas entre ele e o governo.

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Um dos senadores contou que uma das frases polêmicas que Renan disse durante a confraternização: "Diziam que a Dilma não sabia onde ia, e o Temer não tem para onde ir".

Em outro momento, um senador brincou com o prato típico apresentado pela anfitriã: "Na fritada de aratu, Temer também foi fritado".

Os parlamentares presentes, em sua maioria, apoiam o governo de Temer, em exceção de Roberto Requião, que foi um dos aliados do PT, e mostrou-se contra ao impeachment de Dilma Rousseff na época.