Durante mais uma etapa de delação da Lava Jato, que aconteceu nesta terça-feira (04), foi revelado um esquema de movimentação de dinheiro ilegal para campanhas eleitorais de diversos partidos.

O marqueteiro, João Santana, e sua esposa, Mônica Moura, relataram os crimes que ocorreram em todas as campanhas que participaram desde 2006, não só no Brasil, mas por toda a América Latina.

Ambos também denunciaram diversas ilegalidades ocorridas nas campanhas dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Os acordos de delação foram homologados ontem, pelo ministro Edson Fachin, novo relator da Operação Lava Jato, no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Depois do ato, o ministro enviou os autos de volta à Procuradoria-Geral da República, onde caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, escolher quais serão os inquéritos pedidos a partir das delações.

Sobre a delação

O marqueteiro, João Santana, que trabalhou nas últimas três corridas presidenciais do #PT (2006,2010 e 2014), relatou que também houve crimes em inúmeras campanhas presidenciais que ocorreram pela América Latina, como na de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, na Venezuela; na de Maurício Funes, em El Salvador; na de Danilo Medina, na República Dominicana; e na de José Eduardo dos Santos, em Angola. Todos os crimes envolveram os pagamentos que o marqueteiro recebia dos partidos socialistas.

As denúncias confirmaram exatamente o que os delatores da Odebrecht já haviam dito.

Foro de São Paulo

Vale a pena lembrar que todas as campanhas, as quais envolveram as fraudes, foram realizadas por partidos membros da organização socialista internacional, #Foro de São Paulo, o qual fora comandado durante muito tempo pelo ex-presidente Lula e o ditador de Cuba, Fidel Castro.

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Segundo o próprio Lula, durante seu discurso no Foro, em 02 de julho de 2005, a eleição de Chávez, na Venezuela, só foi possível devido à organização socialista. Hoje o país encontra-se em intensa crise econômica, graças ao governo socialista, hoje, presidido por Nicolás Maduro.

Além disso, a organização está envolvida em diversos escândalos, uma vez que realizou parceria com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), uma das maiores responsáveis pelo tráfico de cocaína no mundo. #Lava-Jato