O ministro da #Cultura, Roberto Freire, levou um grande susto e precisou ser medicado. Ao ver a lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da #Lava Jato, Edson Fachin, Freire se descontrolou e sua pressão subiu. O nome do ministro da Cultura estava lá junto com outros diversos políticos.

Publicidade

De acordo com acusação dos delatores da #Odebrecht, ele teria recebido R$ 200 mil de propina destinada à campanha eleitoral de 2010. Os delatores que citaram Roberto freire são: Carlos Armando Paschoal e Benedicto Júnior..

Publicidade

No entanto, tudo foi apenas um susto para Freire. Edson fachin não autorizou a abertura de inquérito contra o ministro da Cultura. Ele determinou o retorno do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que tenha uma nova manifestação. Isso só foi possível, porque Freire já possui mais de 70 anos e as penas no qual ele é acusado são de infração leve e foram cometidas há muito tempo atrás. Mesmo assim, Fachin aguarda uma resposta de Rodrigo Janot para ver se cabe alguma punição a Freire.

Susto

Roberto freire revelou ter levado um grande susto ao ver o nome dele e depois um alívio ao saber que não foi aberto inquérito contra ele. Em nota, o ministro reiterou que o relator da Lava Jato no STF arquivou qualquer possibilidade de investigação contra ele.

Freire também deixou claro que nunca teve contato com nenhum dos delatores e que nem pediu dinheiro para suas campanhas.

A delação dos funcionários da Odebrecht citaram cinco ex-presidentes vivos envolvidos em irregularidades: Dilma e Lula do PT, José Sarney (PMDB), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Collor (PTC).

Publicidade

Além disso, ainda teve oito ministros de Temer e vários deputados e senadores..

Lista de Fachin

Na lista de Fachin, estão vários prefeitos e ex-prefeitos de cidades da grande São Paulo. Na maioria dos casos, as acusações são voltadas para a não contabilização de repasses de recursos para as campanhas eleitorais, principalmente de 2012. Esse gesto compactuado pelos políticos é chamado de caixa 2.

Na cidade de Mauá, os delatores afirmaram ter feito doações não oficiais ao ex-prefeito Donisete Pereira Braga e Vanessa Damo Orosco (PMDB), em 2012. Na época, Donisete venceu a disputa com Vanessa Damo.

Em Santo André, Carlos Alberto Grana (PT) foi o beneficiado com doação não-oficial, em 2012. Ele acabou sendo o eleito. Grana negou que tenha realizado irregularidades e disse que tudo foi declarado.