O senador tucano #Aécio Neves (PSDB), informou que irá entrar em contato com o ministro relator dos processo da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, #Edson Fachin. Aécio vai disposto a fazer um pedido para o ministro, que seria o acesso as delações premiadas que citam o seu nome. O ato que pode ser considerado de "desespero", baseou nas últimas informações do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior que citou Aécio, fazendo acusações ao tucano.

Neste sábado (01), Aécio fez uma nota dizendo que pedirá a Fachin o acesso imediato a delação de Benedicto Júnior, para que ele saiba o que consta, começando então a montar a sua defesa.

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O senador também não teria ficado nada contente com o vazamento da delação, e disse que entrará com um segundo pedido ao STF, para que sejam apurados esses vazamentos. Como todos os políticos negam, Aécio negou que participou de esquemas indevidos na empreiteira. O delator Benedicto Júnior é um dos 78 executivos que assinaram acordo de #Delação premiada.

Aécio Neves acusado

Além de Geraldo Alckmin e José Serra, Aécio é o terceiro dos tucanos a ser acusado nas delações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht. Benedicto revelou que Aécio possui uma conta bancária em Nova York, comandada pela sua fiel irmã, a jornalista Andrea Neves. Nesta conta, o tucano teria recebido depósitos da Odebrecht, em troca de colocar a empreiteira em empreendimentos, um deles da Obra da Cidade Administrativa do governo mineiro e na hidrelétrica Santo Antônio, de Rondônia.

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A revista "Veja" conseguiu fontes exclusivas que não podem ser reveladas a respeito da delação de Benedicto Júnior. Pelas informações, a irmã do tucano tinha um importante papel para Aécio, ela era quem comandava as contas e cuidava da "imagem" do atual senador. Ela também assumiu a comunicação do governo de Minas Gerais e começou a ser repeitada e até mesmo temida pelos aliados de Aécio, a oposição acusava Andrea de praticar censuras nos meios de comunicação, pressionando-os, como uma proteção a Aécio.