Alguns parlamentares estão criando estratégias e um plano audacioso para que, com a saída do presidente Michel #Temer do poder, fossem decretadas eleições indiretas com acordos que beneficiariam os ex-presidentes Luiz Inácio #Lula da Silva, Dilma Rousseff, José Sarney, Fernando Collor e o próprio Michel Temer. A intenção do acordo é evitar que eles caiam nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Outro objetivo do plano dos parlamentares é alterar a Reforma da Previdência, para que a população se acalme mais e cancele os protestos. Há a possibilidade de uma nova assembleia Constituinte.

O plano

De acordo com as informações do jornal "O Estado de São Paulo", o plano consiste em trocar o comando da presidência através de votações da Câmara e do Senado e eleger um nome que agrade as duas casas e que seja forte o suficiente para "bater de frente" com os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e com o juiz Sérgio Moro.

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Dessa forma, a nomeação de Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara dos Deputados, para o lugar de Temer, ficaria longe de acontecer.

O grupo de parlamentares que pretende realizar essas manobras a favor de políticos corruptos e investigados é formado por vários partidos. A intenção deles é estender o foro privilegiado através de uma emenda constitucional. Se isso ocorrer, os ex-presidentes citados na notícia serão julgados apenas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Em relação à reforma da Previdência, eles limitariam a proposta diminuindo as críticas do povo. A nova assembleia Constituinte seria convocada pelo novo presidente, que incluiria novas eleições e mandatos a procuradores e promotores.

Temer fora da Presidência

A delação premiada do empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, causou uma grande instabilidade no governo de Michel Temer.

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A sensação de todos é que Temer logo estará fora do cargo. Já foram protocolados 13 pedidos de impeachment contra o peemedebista.

A procuradoria-geral da República acusa o presidente de corrupção passiva e obstrução da Justiça. Pelos pronunciamentos de Temer, ele ainda não jogou a toalha, mas a cada dia que passa, sua situação é mais complicada.

Temer prometeu a seus aliados que vai ficar e reagir às pressões. Como ele nunca teve bons índices de popularidade, ele aparenta não se preocupar com as manifestações contra seu governo. Resta saber até quando ele vai aguentar tudo isso. #Sergio Moro