O juiz federal Sérgio Moro, grande responsável pela Operação Lava Jato, foi convidado a participar de um evento que acontecerá em Lisboa, #portugal. A cerimônia reunirá personalidades de várias áreas que são responsáveis em mudar e melhorar o mundo em que vivemos. Além de Sérgio Moro, foi convidado também Edward Snowden, ex-agente da CIA e Sofana Dahlan, uma das primeiras juízas sauditas.

A propaganda do evento usa a seguinte frase: "Eles estão a mudar o mundo saiba como no Estoril". A cerimônia acontece na terça-feira (30), na belíssima cidade de Estoril.

Participarão do evento pessoas do mundo todo e os assuntos abrangerão diferentes áreas.

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Já foi confirmada também a presença da ex-secretária do Estado americano, Madeleine Albright e de um dos responsáveis pela Brexit, Nigel Farage, membro do parlamento britânico.

Assunto mais esperado

No evento, uma das palestras mais esperadas é a do juiz federal Sérgio Moro. O magistrado falará de um artifício utilizado no Brasil e que está chamando a atenção de outros políticos pelo mundo: a #Delação premiada. Moro estará falando ao lado de outros juízes como Balthazar Gazon, que foi o responsável em pedir a prisão de Pinochet, na Inglaterra, e do português Carlos Alexandre, que comanda um processo de corrupção em Portugal contra o ex-primeiro-ministro, José Sócrates.

Um grande público e muitos jornalistas estão ansiosos com as explicações de Moro sobre a delação premiada. Esse instrumento é inexistente na Justiça lusitana, por não ter sido aprovada no parlamento.

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Devido à grande expectativa da vinda de Sérgio Moro, os profissionais não poderão fazer perguntas para não ocorrerem atrasos do andamento das palestras.

Nova operação da Lava Jato

A 41° fase da operação da Lava Jato, batizada de Poço Seco, foi deflagrada nesta sexta-feira (26) e teve como alvo desvios em contratos da Petrobras na África.

Preso, o ex-gerente da área internacional da estatal petrolífera, Pedro Xavier Bastos, foi acusado de ser um dos responsáveis pela compra, em 2011, de um campo em Benin.

Ele foi demitido por justa causa após serem descobertos esquemas fraudulentos que ocasionaram prejuízo milionário à Petrobras. Ele chegou a esconder informações e pressionou equipes técnicas para análises. O prejuízo constatado foi de R$ 77,5 milhões à estatal.

De acordo com as investigações, o ex-deputado Eduardo Cunha foi um dos beneficiados nesse esquema de propina. #Sergio Moro