A ex-presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, está afastada da política há oito meses. Nesse período, além de ter um momento sabático, a mineira aproveitou para fazer viagens e palestras.

Dentre essas viagens, o destaque está para sua mais recente jornada acadêmica, que aconteceu entre março e abril, onde Dilma passou por nove universidades americanas, realizando palestras. Durante sua estadia nos Estados Unidos, ela foi fotografada inúmeras vezes, ao lado de James Naylor Green, um historiador e professor americano. Em algumas fotos, os dois apareciam abraçados.

Não demorou muito e começaram os boatos de que a ex-presidente do Brasil e possível candidata a um cargo ao Congresso Nacional, no próximo ano, estaria prestes a recomeçar a sua vida com o americano.

Publicidade
Publicidade

A verdade é que Dilma arranjou uma amizade com o historiador. Ele aliás, é gay e ativista dos direitos LGBT. James teria elogiado Dilma com frequência e em seu perfil, em uma rede social, chegou a criticar a forma como a mídia brasileira tratou o impeachment de Dilma, bem como disse estar honrado de ter passado alguns dias com a ex-chefe de Estado.

Dilma Rousseff já está de volta ao Brasil, em seu apartamento, em Porto Alegre, e o amigo que conheceu nos Estados Unidos, continua por lá. James, aliás, é um grande estudioso sobre o Brasil, em especial, sobre o que se refere aos direitos LGBT, uma das pautas que eram defendidas pela ex-presidente e a bancada da esquerda. Ele também fala fluentemente a língua portuguesa.

No vídeo abaixo, o historiador revela sua homossexualidade:

Portanto, embora a vida pessoal de Dilma e de qualquer político ou cidadão comum, seja algo que só cabe a cada um decidir, o fato é que os boatos que surgiram, inclusive referindo-se a ex-presidente de forma pejorativa sobre os rumores, é falsa.

Publicidade

O foco de Dilma deve ser definir, junto ao #PT, qual o cargo que deve se lançar na próxima eleição. Há alguns meses, ela conferiu uma entrevista em que afirmou que não quer mais disputar a presidência do Brasil, mas que estuda disputar um cargo para o Congresso Nacional, só não tinha se decidido se seria como deputada federal ou senadora.

Embora tenha sofrido o impeachment, tanto o seu partido, quanto os opositores, reconhecem que se ela se candidatar a um cargo menos expressivo, ganhará a eleição com número considerável de votos. Na eleição presidencial de 2014, Dilma teve pouco mais de 54 milhões de votos. #Noticia Falsa