Os três comandantes das Forças Armadas do Brasil (#Exército, Marinha e Aeronáutica), se expressaram por meio de notas sobre a crise política que está acontecendo no Brasil, e apesar de haver muitos boatos de uma possível #Intervenção Militar, a posição dos comandantes é totalmente oposta a isso.

Após a reunião com o Presidente da República #Michel Temer no Palácio do Planalto, os comandantes afirmaram que nesse momento tão crítico do país, tem que ser seguido a constituição e que não existe uma solução fora dela. O general do Exército Brasileiro, Villas Boas, afirmou que a força terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e tomou a decisão de seguir tudo constitucionalmente.

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O comandante do Exército Brasileiro afirmou que a Constituição Federal Brasileira tem que ser sempre a solução em qualquer desafio institucional que o Brasil venha a enfrentar. "Não há atalhos fora dela", afirma o General. A Aeronáutica Brasileira também se manifestou em uma nota pelo Centro de Comunicação Social, dizendo que as Forças Armadas tem de cumprir as normas legais.

Começo de uma crise política

Essa crise política surgiu após o vazamento de áudios do atual presidente Michel Temer, e muita gente cogitou que, de forma provisória, o Exército Brasileiro tomasse a frente da situação até que se convoque novas eleições, porém as Forças Armadas já expressaram que tudo deve ser seguido constitucionalmente.

Após o encontro promovido pelo ministro da defesa, Raul Jungmann, e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, o comandante do Exército Brasileiro, general Villas Boas, se manifestou em seu twitter sobre o encontro com o presidente Michel Temer, dizendo que reafirmou o compromisso perene do exército com a Constituição em prol da sociedade.

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A página do Exército Brasileiro no Facebook também soltou uma nota sobre o encontro reafirmando tudo que foi dito.

As Forças Armadas seguem subordinadas

O presidente Michel Temer segue sendo o comandante geral das Forças Armadas e elas estão subordinadas a ele, tanto que durante as manifestações em Brasília, o presidente assinou um decreto para que o Exército fosse a ajudar a polícia militar do Distrito Federal para manter a garantia da lei e da ordem.

Michel Temer segue sendo investigado, porém ainda não foram aceitos quaisquer pedidos de Impeachment contra o atual presidente e o próprio já afirmou que não renunciará ao cargo.