#bolsonaro pode ter seu nome, de forma completamente inesperada, também ligada à investigação que está sendo realizada pela #Lava Jato. Tal como informa o site “Metrópoles”, o Tribunal Superior Eleitoral, com informações que estão presentes no seu site, mostra o documento onde revela de forma muito clara o montante que os donos da Friboi, da delação do grupo da #JBS, remassadas a Bolsonaro em sua campanha de 2014, no valor total de 200 mil reais. Nesse mesmo ano, Jair Bolsonaro acabou conseguindo ser reeleito deputado federal com um número muito positivo de votos.

Foi há cerca de três dias que, através dos áudios denunciados pelo jornal “O Globo”, Michel Temer e Aécio Neves viram suas conversas comprometedoras serem reveladas para a população brasileira.

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Se o atual Presidente da República viu seu nome ser associado a alegados subornos que estavam sendo dados a Eduardo Cunha para ele permanecer calado na prisão, já Aécio Neves viu seu primo e sua irmã, alegados intermediários das transferências de dinheiro que ele receberia, serem imediatamente presos depois dos vazamentos.

Porém, se o presidente e um futuro candidato às presidenciais de 2018 podem ter visto suas carreiras políticas estarem em risco, a verdade é que agora outro grande favorito à vitória nas presidenciais, Jair Bolsonaro, pode ver seu nome manchado com a alegada doação que recebeu da mesma empresa que, segundo o delator, subornou mais de mil políticos nos últimos anos, incluindo também Dilma Rousseff e Lula da Silva. Como garante o site “Metrópoles”, o político, em um vídeo que está presente no “YouTube” garantiu que esse montante tinha sido devolvido como “doação ao partido”, porém, na planilha do TSE, esses mesmos 200 mil reais teriam voltado à conta pessoal de Bolsonaro, em uma doação feita pelo fundo partidário.

Nas redes sociais, muitos internautas, sobretudo seguidores do politico de direita, afirmam não terem conseguido perceber muito bem se o seu candidato favorito cometeu algum tipo de crime com essa “doação”, torcendo para que também ele não seja investigado pela “Lava Jato” por alegados esquemas de corrupção e subornos.

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Enquanto a investigação não avança, Michel Temer já garantiu que não vai renunciar do cargo de Presidente da República, tendo até pedido, no seu segundo pronunciamento realizado hoje, dia 20 de maio, que toda essa investigação e suspeitas terminem imediatas, pois há possibilidade da gravação da sua conversa ter sido alterada.