A empresa JBS foi a maior doadora de campanhas nas eleições de 2014. Muitos acreditam que a mais famosa empresa envolvida na Lava Jato, a empreiteira Odebrecth seria a principal financiadora de campanhas, porém esquecem que a preferência da família Odebrecht é por Caixa 2. De forma lítica, aquelas que foram registradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o maior valor em dinheiro vinha da JBS.

Para se te uma ideia, a empresa que tomou conta do noticiário nacional dos últimos dias doou para as campanhas de 162 deputados eleitos um valor de R$ 61,2 milhões. De todos as empresas que fizeram doações, a JBS foi a que conseguiu eleger o mais número de cadeiras na Câmara dos Deputados para seus financiados.

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Com as delações dos donos e executivos da empresa, PMDB e PSDB foram atingidos bem no centro, com o principal nome de um, Michel Temer, e o presidente, agora ex, de outro, Aécio Neves. Ambos os partidos receberam uma bela bolada da JBS. Mais de R$ 50 milhões cada

R$ 55 milhões foi o valor transferido para o PMDB, que foi bem distribuído entre seus candidatos. Pouco mais de R$ 22,5 milhões ficou para os cofres do partido, o resto foi repassado a futuros deputados e senadores.

A executiva nacional do PSDB foi um pouco mais gulosa, abocanhando a grande maioria do valor repassado. Dos R$ 53 milhões, pouco mais de R$ 40 milhões ficou para os cofres do Diretório Nacional. Talvez explique por causa da candidatura de Aécio. #Dentro da política