Presidente do Superior Tribunal Federal (STE), o ministro Gilmar Mendes marcou a retomada do julgamento da ação contra a chapa Dilma-Temer para o dia 6 de junho. Agora, a ação será analisada pelo relator, o ministro Herman Benjamin, que recebeu as alegações da defesa do presidente #Michel Temer (PMDB), eleito como vice-presidente em 2014, e de #Dilma Rousseff (PT), eleita presidente e posteriormente caçada por impeachment.

A ação foi movida ainda em 2014 pelo PSDB, partido derrotado nas urnas com o candidato Aécio Neves. A abertura do processo foi motivada por denúncias de que a campanha da ex-presidente Dilma e do atual presidente Temer teria realizado o pagamento de serviços gráficos e outros materiais de campanha com verba proveniente de caixa dois.

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Posteriormente, a ação foi complementada com denúncias provenientes das investigações e delações da chamada Operação #Lava Jato, que investiga o repasse ilegal de verba de empresas para políticos de diversos partidos e escalões.

A defesa de Dilma afirma que a campanha foi realizada sem irregularidades, enquanto a defesa de Temer afirma que a responsabilidade pelos gastos da campanha eram de Dilma e do PT, o que poderia isentar Temer de culpa em caso de uma eventual condenação judicial.