Nesta terça-feira (17), o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva acertou a inclusão de um novo advogado criminalista, Manoel Caetano Ferreira Filho, deverá atuar em duas ações penais em defesa do petista. O substabelecimento de autoria de Cristiano Zanin Martins, foi anexado aos autos processuais à nova inscrição do defensor que atualmente leciona na Universidade Federal do Paraná (UFPR), por coincidência ou não, trata-se da mesma Faculdade que o juiz Sérgio Moro ministra aulas.

No entanto, o advogado Zanin Martins vai continuar unindo forças aos defensores Roberto Teixeira e José Roberto Batochio, que formam o quarteto da defesa do petista.

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Manoel Caetano é Mestre em Direito processual, além de ser professor da Faculdade que o Juiz federal participa como docente licenciado, portanto, o criminalista será uma espécie de reforço ao antigos advogados.

Ferreira Filho teve visibilidade ao ser contrário a competência de Moro na Operação Lava Jato, assinou uma carta de juristas em desfavor do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Em uma das ações que o criminalista deverá se dedicar, o petista responde pelos crimes de #Corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Na verdade, #Lula é suspeito do recebimento de 3,7 milhões patrocinados pela construtora OAS, a título de vantagens indevidas (propinas).

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente recebeu valores ilícitos pela empreiteira por intermédio da reserva e reforma de um apartamento tríplex, localizado no Guarujá, estado de São Paulo.

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Também depositou aos cuidados de transportadora todo acervo presidencial.

Outra Ação Penal

Ferreira Filho deverá defender o petista sob os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela alegação do recebimento de 13 milhões de reais provenientes da construtora Odebrecht. Ressalta-se que uma fração do montante total no valor de 12,4 milhões de reais, foram investidos para a aquisição de um terreno em local nobre, para agregar a nova sede do Instituto Lula em São Paulo, porém, o estabelecimento foi construído em outro endereço.

Ademais, o restante que alcança um valor estimado de R$ 504.000 reais teriam sido dissolvidos na compra de cobertura de frente à do petista, no próprio edifício Hill House, em São Bernardo do Campo (SP), onde o petista reside. As aquisições segundo o MPF foram realizadas por meio de laranjas. #Sergio Moro