Após a delação da grande JBS, a direita política do país vem discutindo uma possível #Intervenção Militar por acreditar que as #Forças Armadas seriam a única solução para acabar com a corrupção. A publicação de um falso texto do general Villas Boas chegou até a circular na rede social Facebook, dizendo que ele apoiava e queria um novo regime militar.

Manifestantes da cidade de Anápolis, em Goiás, já estão organizando um ato para o dia 4 de junho, no domingo, e grupos ligados ao 'SOS FFAA' irão às ruas para pedir um novo regime militar e contestar o atual governo de #Michel Temer, alvo de escândalos. Manifestantes pedem que as Forças Armadas tomem o congresso, como aconteceu em 1964.

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"Irão aparecer no local crianças, jovens, adultos e idosos que gostariam de ver um Brasil decente e limpo, livre de toda lama da corrupção que tomou conta de nossos governos, em todas esferas, principalmente dos três Poderes da República em Brasília", afirmou a organização do evento.

Opinião dos três comandantes da FAB

Apesar de muitas especulações, os próprios militares não apoiam um novo regime fechado. O general do Exército, Villas Boas, afirmou em seu perfil oficial do Facebook que apoia que tudo seja feito conforme a Constituição Brasileira Oficial ordena. "Não há atalhos fora dela", pontuou o general.

Os comandantes das Forças Aérea e Marítima também afirmaram, por meio de nota, que apoiam o seguimento da constituição.

Os três comandantes das Forças Armadas Brasileiras deram a entender que não apoiam um novo regime militar, porém boa parte da população entende o último regime como o momento em que a economia brasileira deu um salto enorme e a segurança era muito mais sólida Muitos denominam aquele período como não sendo uma 'ditadura', mas, sim, uma tomada de governo necessária para evitar a instauração do regime socialista no país.

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Esquerda x Direita

Há muitas controvérsias em relação a este assunto. A 'esquerda política' está repudiando atos da oposição e apoia as 'Diretas Já'. A maior parte da 'direita política' apoia eleições indiretas para um novo presidente, porque entende que o gasto seria muito alto para um Presidente da República ficar tão pouco tempo. Uma menor parte da 'direita política' pede o regime militar, alguns de forma provisória e outros permanente.