O juiz federal Sérgio #Moro recebeu uma sugestão de alguns de seus amigos. De acordo com eles, a sua esposa, Rosângela Wolff Moro, tem aparecido muito nas redes sociais. Eles acham que ela deveria se expôr menos, mas não foi explicado o motivo dessa sugestão. Os amigos poderiam estar preocupados com a segurança dela, já que o magistrado tem colocado na prisão vários políticos poderosos.

Rosângela tem sido muito ativa nas redes sociais. Ela criou uma página no Facebook chamada "Eu Moro com ele". Nessa página há quase 1 milhão de pessoas, todas que apoiam os trabalhos da Operação Lava Jato, conduzidos pelo juiz Sérgio Moro.

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Diariamente, ela publica informações e acontecimentos sobre a Operação mais famosa contra a corrupção, respeitando claro, o sigilo de informações. A esposa do juiz também mostra vários presentes que o magistrado ganha de seus fãs.

O vídeo gravado pelo juiz, pedindo para que os apoiadores não fossem até Curitiba no dia 10 de maio, quando aconteceu o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi divulgado em primeiro lugar na página "Eu Moro com ele".

Participação em convenção

Com a fama do juiz, sua esposa também conseguiu grandes prestígios e foi convidada para importantes eventos. No dia 17 e 19 de maio acontecerá, em Foz do Iguaçu, Paraná, a 17° Convenção dos Profissionais de Contabilidade do Paraná. Estarão presentes vários palestrantes, que compartilharão com o público os seus conhecimentos do ramo.

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Na quinta-feira (18), um dos mais brilhantes pensadores da atualidade, o professor Clóvis de Barros Filho, fará uma palestra e junto com ele estarão outros nomes consagrados, como Rosângela Wolff Moro, a esposa do juiz Sérgio Moro - ela participará do Fórum da Mulher Contabilista. Será um evento inesquecível para os admiradores e profissionais da contabilidade, segundo a organização do evento.

Rotina

Em março deste ano, Rosângela deu uma entrevista contando um pouco sobre a rotina dela com o juiz. Ela afirmou que precisou mudar várias vezes de cidade para acompanhá-lo, devido a suas atividades.

Ela faz um excelente trabalho voltado para pessoas com deficiência intelectual, desde 2009. Ela se diz defensora e está na luta por direitos iguais no acesso à educação.

Ela comentou que as associações não fazem caridade, mas trabalham um prol do respeito aos direitos e dignidade das pessoas. Segunda a advogada, as crianças são quem precisam de uma educação especial, e devem ser inseridas e incluídas na escola regular.