No dia 2 de outubro de 2018 acontecerá o primeiro turno das eleições presidenciais. No meio de uma crise na atual gestão governamental no Brasil, não sendo possível precisar o ano em que ela começou, mas sabendo-se que ela iniciou e se agravou durante o mandato dos últimos três presidentes da República, devido às denúncias de corrupção envolvendo vários políticos, órgãos e empresários intimamente ligados ao Governo Federal, faltando um ano e cinco meses para as eleições de 2018, as opções partidárias podem mudar a qualquer instante.

Porém, atualmente alguns nomes estão sendo cogitados na mídia. Veja algumas opções:

Lula - é a opção da esquerda, desde que não seja condenado pelos crimes dos quais é acusado.

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Caso seja impedido de participar do processo de eleição presidencial, Ciro Gomes, do PDT está incluído no Plano B.

Marina Silva - ex-candidata em 2010 pelo Partido Verde, nas eleições de 2014 ficou em terceiro lugar. Atualmente filiada à Rede, caso se candidate, admite convidar o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como vice para compor sua chapa, mas em caso de recusa do magistrado aposentado, Cristovam Buarque, do PPS, será sua opção.

João Dória - Apesar de declarar que não seja candidato e nem pretende ser futuramente, com a queda mais recente de Aécio Neves e várias denúncias caindo como chuva em cima de políticos dos PSDB, a cúpula tucana pretende fazer com que o empresário mude de ideia para que tenham um candidato forte para a disputa presidencial. As outras opções seriam José Serra e Geraldo Alckmin, que também já concorreram anteriormente, sendo derrotados por #Lula.

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Jair Bolsonaro - O deputado federal, atualmente filiado ao PSC-RJ vem confirmando há tempos que será candidato à presidência em 2018.

Ronaldo Caiado - disputou as históricas eleições de 1989, e 29 anos depois poderá disputá-las novamente, mas existe a possibilidade de ser vice de Bolsonaro.

Henrique Meirelles - Atual ministro da Fazenda admite ser candidato.

Álvaro Dias - Pensa em mudar do Partido Verde para o Partido Trabalhista Nacional para ser mais um candidato à Presidência. O PTN mudou de nome para "Podemos" no final de 2016.

Roberto Justus - aproveitando a fase de empresários que resolveram enveredar pelo meio político, Justus não confirmou a candidatura, mas admitiu em algumas entrevistas que houve conversas com o PSDB e também que foi procurado por outros partidos para conversar sobre a proposta. Declarou que gostaria de fazer algo pelo Brasil.

Tendo em mente que escolher o representante do seu país é algo que deve ser levado a sério, o eleitor deve analisar bem o candidato, visando o melhor futuro possível para ele, sua família e seus compatriotas.

A sugestão é analisar cada um e escolher o seu candidato da forma mais consciente possível. #Eleições Presidenciais 2018 #Jair Bolsonaro