As últimas semanas, a capital federal tem passado com diversas situações. Além da divulgação dos áudios na delação de Joesley Batista, um dos donos da JBS, que faz o governo de Michel Temer ter forte turbulência política, os deputados governistas estão tentando levar para votação a Reforma da Previdência. Com data entre 5 e 12 de Junho, de acordo com o presidente da câmara Rodrigo Maia, alguns especialistas veem a necessidade de ser aprovada com rapidez. "Vejo que para solucionar a crise fiscal e muitos aposentados continuem recebendo sua aposentadoria, é necessária que a reforma da previdência seja aprovada. A população está envelhecida e há uma dívida enorme, algo que não dá resultado positivo.

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Nos estados, há cada vez menos recursos que dê uma qualidade de vida para os que viveram trabalhando", diz Reginaldo Gonçalves, que é coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina (#FASM).

Números mostram que em 2016, o déficit da previdência fechou em R$ 151,9 bilhões. Para o ano de 2017, o último cálculo prevê uma queda de R$ 4,6 Bilhões no valor total, segundo dados do relatório bimestral de receitas e orçamentos. Para o coordenador do curso de ciências contábeis, o valor poderia ser menor se tivesse fiscalização, e analisa que o motivo deste rombo está na corrupção. "O país precisava de uma fiscalização mais atuante nos processos, já que muitos que recebem e nem aposentados são. A erva daninha, sendo a corrupção do sistema, ocorre em vários segmentos do país, agredindo os mais desfavorecidos e não ocorrendo nada para quem preza por recursos" - afirma Reginaldo Gonçalves.

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Corrupção atrelada ao governo

"Problemas como a ingerência, os padrinhos políticos, e as propinas, estes fazem que a economia não respire e continue na UTI do desenvolvimento. Desta forma, menos investidores olham para o país de forma atrativa, o que prejudica a todos", diz Reginaldo sobre a questão que vem sendo rotina no país em sua história, a Corrupção. Mesmo com os juros sendo cortados em mais de 0,5% e a inflação na qual, caminhava para um dígito, o #Brasil sente as dificuldades de ter a corrupção atrelada a sua governança. "O país perde demais com corrupções, uma pesquisa da #Fiesp, é visto que a cada ano é perdido no Brasil, de 1,4% até 2,3% no Produto Interno Bruto (PIB) recursos pela corrupção, que poderiam ser usados para fazer o país melhorar de forma significativa." - diz o coordenador do curso de Ciências Contábeis FASM.

Se há uma solução para o fim de atitude corruptas, o coordenador vê no próprio povo brasileiro. "Valores da ética e da moral devem voltar a ser transmitidos para a população, não importando classe social, nem o indivíduo, pois cada um deve assumir a sua ação. Como já foi dito, a corrupção nasce das pequenas atitudes, até chegar aos altos cargos do país, criando grandes esquemas. Só a própria população pode dar um fim." - finaliza Reginaldo Gonçalves.