Uma bomba estourou nesta noite de quarta-feira e Michel #Temer pode sair da presidência do Brasil a qualquer momento, isso se dá por causa de uma #gravação entregue a Policia Federal (PF), através de uma delação feita a Procuradoria-Geral da República, do atual presidente do país dando o aval para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que já estava preso pela pela Operação Lava Jato.

A conversa foi em março deste ano, quando Michel Temer já era presidente do país, e por isso pode ocorrer um Impeachment do atual presidente. O ideal que todos esperam é que Temer renuncie ao cargo de Presidente da República, mas se isso não acontecer, provavelmente será aberto um processo de #Impeachment que já era existente na Câmara, porém que foi protocolado, o pedido foi do deputado da Rede, Alessandro Molon.

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Quem assumirá?

Existe uma regra a se seguir em caso de Impeachment's ou renúncias de cargo. Começa pelo presidente eleito por votação que se caso sair do cargo, assumirá o vice-presidente, e se o atual sofrer alguma intervenção ou sair por conta própria, que é o caso de Michel Temer nesse exato momento, quem assume é o atual presidente da Câmara dos Deputados, que é o deputado Rodrigo Maia (PMDB-RJ).

Também há uma chance de ser convocadas novas eleições presidenciáveis, porém isso requer de uma votação na Câmara e o Senado, enquanto isso continua o presidente da Câmara ou alguém que ele indicar para ser o Presidente da República, se caso Maia assuma e sofra uma queda, quem assumirá é o presidente do Senado, e se acontecer dele cair, aí o presidente do STF assumiria.

Michel Temer pode reverter?

Não tem chances de Temer reverter essa investigação, não há defesa que consiga explicar uma gravação em que ele está dando o aval para comprar o silêncio de um deputado que já está preso, e isso só indica que o atual presidente do país está super envolvido em corrupção.

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A reversão deste caso é impossível, e o melhor que ele pode fazer para ajudar o país é renunciar.

Como ficam as reformas?

As reformas trabalhistas e da previdência já estavam passando e faltava muito pouco para serem colocadas em prática, mas aconteceu tudo isso e sem o Presidente que iniciou as reformas, elas terão que ser propostas, novamente, pelo próximo gestor que assumir o Brasil.

As reformas eram muito apoiadas por uns e odiadas por outros, mas pesquisas indicam que a reforma da previdência é necessária e precisa ser executada o quanto antes.