A reforma da Previdência Social é o assunto mais falado nos últimos meses, e não é para menos, já que estamos falando de direitos trabalhistas. Segundo a #pesquisa feita pelo grupo DataFolha, 71% das pessoas são contra qualquer mudança na Previdência Social, 23% são a favor, 5% não souberam opinar, e 1% se declararam indiferentes. Entre os funcionários públicos, a rejeição chega a 83%, visto que estão entre os grupos mais ameaçados pela reforma.

Segundo a pesquisa, em todos os grupos entrevistados, a maioria se posicionou contra a reforma. Entre as mulheres (73%), trabalhadores que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens entre 25 e 34 anos (76%), pessoas com ensino superior (76%).

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Mesmo entre os que se declaram a favor, existe um desacordo com a reforma no geral. Três tópicos foram levantados, idade mínima de 65 anos para homens, e 62 para mulheres, e a necessidade de 40 anos de contribuição para aposentadoria integral.

Rejeição

Uma rejeição com um índice tão alto à reforma, pode ser explicado como sendo uma falta de capacidade do governo em passar as informações corretas para a população. O que se torna um prato cheio para grupos opositores como o PT (Partido dos Trabalhadores), o grupo que encabeça a oposição as reformas propostas pelo governo do presidente Michel Temer.

Além de existir muita desinformação, ou seja, pessoas que se utilizam de diversos meios para criar uma divergência de informações, repassam coisas, muitas vezes, incorretas ou tendenciosas, passando apenas as informações pertinentes para eles.

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Aproveitando-se da falta de informação e da baixa escolaridade da população carente. Grande parte das pessoas que estão contra são pessoas de baixa renda, mas o que o governo falhou em divulgar é que essas pessoas poderão se aposentar mais cedo, pois o tempo de contribuição será menor.

O presidente Michel Temer é um dos presidentes com menor popularidade da história. Muito se dá pelo fato dele estar mexendo onde ninguém jamais teve coragem, pois, para uma possível reeleição, é necessário estar com a popularidade em alta. Como ele não anseia por uma reeleição, fica mais fácil trabalhar em cima de temas polêmicos, que, em sua maioria, são realmente necessários.

A reforma da Previdência é necessária, visto que hoje ela consome 57% de todos os gastos do governo, aumentando a dívida pública para financiar suas despesas. Com o aumento da expectativa de vida, esse valor tende a subir cada vez mais, até chegar a um ponto insustentável onde não será mais possível manter a instituição. #reforma trabalhista #PrevidenciaSocial