A situação do senador #Renan Calheiros (PMDB-AL), se complica a cada dia na liderança da sigla no Senado Federal. O senador alagoano e líder do PMDB no Senado, vem causando grandes problemas ao #Governo do presidente da República, #Michel Temer, principalmente, em relação às críticas proferidas por ele através das tribunas do Senado, a respeito das reformas a serem implementadas pelo governo do presidente Michel Temer, como por exemplo, a reforma da Previdência Social e a reforma trabalhista. Ambas estão em andamento no Senado e Câmara. Recentemente, a reforma trabalhista foi aprovada em primeiro turno na Câmara Federal. Já reforma previdenciária obteve aprovação em uma Comissão parlamentar, para que o texto possa seguir para o Plenário da Câmara dos Deputados.

Publicidade
Publicidade

Problemas para votações essenciais ao governo

O posicionamento de Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado Federal, vem sendo algo de críticas por parte expressiva, senão, a maior parte de senadores do PMDB, já que o senador alagoano, segue confrontando, de modo exponencial, o governo do presidente Michel Temer. Exatamente, nesse período em que votações importantes precisam de apoio maciço de senadores, Renan vem atuando como um grande "nome" da oposição ao governo federal. Essa situação já causa enorme "desconforto" ao PMDB, que é considerado governista, que possui, na prática, o maior número de senadores, em detrimento dos apoiadores do senador alagoano.

O próprio Palácio do Planalto reconhece que a situação de Renan Calheiros a frente da liderança do PMDB, torna-se insustentável a cada dia que passa.

Publicidade

Nessa quarta-feira (03), houve um movimento intenso na sala da liderança do PMDB. pois, senadores do partido, descontentes com a atuação de Renan Calheiros, decidiram por "enquadrá-lo", de modo que se ele não mudar seu posicionamento confrontador em relação ao governo federal, deverá arcar com as consequências em ser destituído de seu cargo de líder. Após cerca de doze horas de reuniões, o senador continuava ainda como líder do partido, tão oposicionista quanto antes, entretanto, fora totalmente enquadrado por seus correligionários, embora tivesse garantida a sua permanência na liderança da maior bancada do Senado Federal. O clima continua ainda com ânimos exaltados, já que o próprio Renan se reuniu com as centrais sindicais e propôs que haja uma "mobilização social", em razão das reformas trabalhista e previdenciárias do governo.