A grave #Crise que assola o país nos últimos dias, ocasionada por meio da divulgação do conteúdo considerado "bombástico" do acordo de delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da empresa JBS, junto à Procuradoria-Geral da República e que envolveu diretamente o presidente da República, #Michel Temer, numa suposta tentativa de "compra" do silêncio do ex-presidente da Câmara dis Deputados, Eduardo Cunha, continua rendendo grande polêmica e trouxe dúvidas e questionamentos até por parte da imprensa estrangeira.

Na noite desta segunda-feira (29), o presidente Michel Temer concedeu uma entrevista a jornais de todo o mundo, em São Paulo.

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O presidente discorreu sobre vários assuntos, especialmente sobre a condução de seu governo e as reformas estruturais que dependem de aprovação do Congresso Nacional, como, por exemplo, as reformas trabalhista e previdenciária.

Permanência no cargo de presidente da República

O presidente Michel Temer foi enfático ao revelar, após ser questionado, de que possui habilidades para se manter na condução do país e que o Congresso Nacional aprovará a sua ampla reforma de austeridade fiscal nos próximos meses, já que o mandatário do país afirmou que não pensa em renunciar ao cargo máximo da nação.

Ele delineou que apesar de toda a turbulência acarretada, a partir da delação premiada da JBS, seu plano de reforma da previdência, considerado extremamente impopular, será aprovado. Temer foi contundente ao afirmar em um tom revelador que ele é plenamente capaz de continuar promovendo as reformas estruturais, como a da previdência e trabalhista, o que significa que ele tem habilidade para governar, ou seja, o Brasil não pode parar.

Já em relação ao julgamento da chapa presidencial "Dilma-Temer" no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente não acredita em uma eventual cassação de seu mandato e que o caso encontrará uma "rápida solução", até para que acabe com a incerteza e não prejudique o seu governo e a economia do país.

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Michel Temer fez ainda uma ressalva de que não dispõe, no atual momento, de 308 votos necessários para a aprovação da reforma previdenciária, embora ele considere, de modo confiante, que alcançará o número mínimo para a aprovação da matéria. Ele ressalta, no entanto, que mesmo que as reformas trabalhista e da Previdência Social não sejam aprovadas, não deverá ser um "desastre" para o país, mesmo que, de certa forma, acabe sendo prejudicial. #Corrupção