Com a absolvição da chapa vencedora das eleições presidenciais de 2014, na última sexta-feira (9), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ex-presidente Dilma Rousseff manteve seus direitos políticos intactos. Caso a chapa Dilma-Temer tivesse sido cassada, a petista ficaria inelegível por oito anos.

A ex-presidente já afirmou diversas vezes que não tem mais a menor intenção de disputar uma eleição presidencial, as quais ganhou por duas vezes seguidas, mas não descarta ocupar uma cadeira no legislativo nacional. Nada ainda foi divulgado sobre essa possibilidade oficialmente, trata-se apenas de uma ideia da petista.

Entrevista

Em uma entrevista, em fevereiro deste ano, à Agence France-Presse (AFP), Dilma não descartou a possibilidade de disputar as eleições de 2018.

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Segundo a ex-presidente, à época, ela analisava uma possível volta aos cargos públicos no Senado Federal ou na Câmara dos Deputados.

Segunda chance

A absolvição no Tribuna Superior Eleitoral foi a segunda vitória que Dilma obteve para manter sua elegibilidade. Quando sofreu o impeachment no Senado, a ex-presidente escapou da inelegibilidade, que é uma das penas aplicadas na lei do impeachment.

Quem sabe se Dilma não entende essas duas "escapadas" como uma segunda oportunidade. #Dentro da política