O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, conseguiu uma vaga de emprego com o ex-senador Luiz Estevão. Agora, o ex-funcionário do BB será assistente de programação da Rádio "OK FM", que pertence a Estevão. Ambos são acusados de crimes, Pizzolato foi condenado a 12 anos de prisão em decorrência do mensalão, seus crimes são de #Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. O ex-senador Luiz Estevão é acusado de ter feito crimes relacionados a desvios em obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

A Rádio "OK FM" está localizada em Brasília e terá Pizzolato como assistente, o ex-diretor tem 64 anos e ganhará um salário de R$ 1.800,00.

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A quantia recebida irá ajudar o ex-diretor a pagar a dívida em multa colocada pelo Supremo Tribunal Federal (#STF), a multa está avaliada em R$ 2 milhões e deve ser quitada em parcelas.

O ex-diretor de Marketing do BB conseguiu, depois de 2 anos, passar do regime fechado para o semiaberto. Pizzolato disse que o que ele recebe de aposentadoria só daria para custear as suas despesas e da mulher, Andrea Eunice Haas. O valor que recebe de aposentadoria como funcionário do BB é menos que o salário que ganhará na rádio, Pizzolato trabalhou durante 30 anos no banco.

Com o regime semiaberto, ele irá conseguir trabalhar durante o dia, podendo ter duas horas de descanso no horário de almoço, e de noite, ir dormir na prisão. Para conseguir realmente esse emprego, basta a assinatura da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, a gerente da rádio de Estevão disse que essa seria uma forma de Pizzolato voltar ao "convívio em sociedade".

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Luiz Estevão

O ex-senador Luiz Estevão está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em uma entrevista para o "Conexão Repórter", o jornalista Roberto Cabrini falou sobre vários momentos da vida política de Estevão, até chegar em questionamentos referente à corrupção.

Luiz Estevão é condenado a 26 anos de cadeia no regime fechado. Ele é acusado de crimes como formação de quadrilha, peculato, e corrupção ativa. O jornalista Cabrini perguntou para Estevão se ele era corrupto, a resposta foi um "não". Cabrini avalia que o Ministério Público Federal (MPF) pensa o contrário, já que ele acabou sendo condenado por corrupção, o ex-senador conta que não teve chances de provar sua inocência. Estevão não é conformado com o fato do Supremo Tribunal não querer reavaliar seu caso que já está como julgado. #Senado Federal