Nesta última terça-feira (06), o General Eduardo Villas Boas, que é comandante do #Exército Brasileiro, se reuniu com integrantes da chamada "reserva pró-ativa". O motivo dessa reunião seria para discutir sobre a atual política brasileira, provavelmente de escândalos que cercam nosso país, levando a uma crise política.

Na reunião no Quartel General do Exército estavam presentes Alberto Cardoso, general que já foi chefe do Gabinete de Segurança Institucional durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e o admirado Coronel Augusto Heleno, que é considerado como sendo um grande líder. Também estava presente Bolívar Goellner, coronel que trabalha no governo de #Michel Temer na Segurança Institucional e o conhecido "pensador militar", o coronel Rocha Paiva.

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De Brasília, estavam membros do alto comando do Exército Brasileiro.

A reunião com vários membros importantes do exército acabou provocando uma certa "inquietação" em membros do Congresso Nacional. Segundo o site "DefesaNet", Villa Boas tem uma posição importante baseada nos pressupostos da Legalidade, em respeito à Constituição e às decisões do Supremo Tribunal Federal. O Exército tende a estabelecer estabilidade política e caso seja instaurado um estado em que acreditem que as #Forças Armadas devam agir, eles têm total legitimidade para intervir no Brasil.

Uma foto postada na rede social Twitter, do próprio general Villa Boas, deixou claro que a reunião foi para tratar sobre as turbulências da política brasileira. O general escreveu que estava ao lado de outros grandes membros do Exército e que iriam ter uma conversa sobre os rumos do Brasil.

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Turbulências e crise política

Recentemente, a delação de executivos da JBS afetaram diretamente do presidente da República, Michel Temer. O Palácio do Planalto também estaria afetado com vários ministros e ex-assessor presidencial envolvidos em casos de corrupção.

O ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, foi preso neste última sábado (03) pela Polícia Federal. Ele é investigado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A Polícia chegou a filmar o momento do flagrante em que o ex-assessor saia de uma pizzaria de São Paulo. Rocha Loures foi "correndo" até um táxi, ele carregava uma mala recheada com R$ 500 mil, o dinheiro seria de propina. Membros tão próximos do governo federal acabam prejudicando Michel Temer, "encurralando" seu governo. Nesta quarta-feira (07) é provável que Rocha Loures preste depoimento para a Policia Federal.